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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

28
Mai18

EUA ASSUMEM CONTROLE DE 83% DA IMPORTAÇÃO BRASILEIRA DE ÓLEO DIESEL

Talis Andrade

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Por Miguel do Rosário

 

Em agosto de 2015, o juiz Sergio Moro estava em plena campanha em favor do golpe. Dava palestras onde quer que lhe chamassem e suas decisões seguiam uma agenda estritamente conectada às forças de oposição que conspiravam para derrubar o governo Dilma.

 

No dia 31 daquele mês, Moro proferiu uma palestra com o tema “Corrupção sistêmica: as lições da operação Mãos Limpas”, num evento organizado pela editora Abril, em São Paulo.

 

O juiz responsável pela operação Lava Jato, então no auge de sua popularidade, explicava aos executivos que se dispuseram a pagar R$ 1.800 por um ingresso, o que, na sua opinião, eram investimentos não baseados em razões de “ordem econômica e racional”.

 

Como exemplo, ele cita a refinaria Abreu e Lima, lembrando que o custo inicial da obra, estimado em 2 bilhões de dólares, passara para 18 bilhões de dólares.

 

Moro conta que alguns “colaboradores” capturados pela Lava Jato lhe disseram que a obra jamais se pagaria.

 

Trajando seu tradicional terno preto, com uma expressão aflita no rosto, o juiz de Curitiba conclui que tudo isso “leva a uma natural suspeição: será que o fator de recebimento de propina não foi o agente motivador dessas decisões de investimento mal sucedidas?”

 

Neste mesmo evento, ele admitiu que a operação Lava Jato poderia causar transtornos a economia. Mas ele acreditava que, no longo prazo, o enfrentamento da corrupção sistêmica traria ganhos “às empresas” e “a economia”. Ele faz uma pausa e completa: “e a todos, de uma forma geral”. Transcrevi trechos.  

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P.S. deste correspondente: Fique sabendo: Desde 1980 que o Brasil estava proibido de construir refinaria dentro do território nacional, mas podia, assim fez, levantar refinarias nos países que os Estados Unidos ordenavam: na Argentina, durante a ditadura militar, na Bolívia, antes da eleição do índio Evo Morales, no Equador, no Peru, no Iraque, no Irão, e outros países.

 

Podia construir refinaria em qualquer parte deste velho mundo. Só não podia construir no Brasil.

 

Lula não aceitou a ordem unida acatada por Figueiredo, por Sarney, por Collor, por Itamar, por FHC durante oito anos.

 

Lula iniciou a construção da refinaria Abreu e Lima, que Temer e Parente já colocaram na feira para vender.

 

Lula construiu Abreu e Lima, e pagou o preço: está preso, impedido de ser candidato a presidente, pelo poder do império, que Jânio chamava de "forças ocultas".

 

Continue lendo Miguel do Rosário, e veja que Moro e Parente e Temer são responsáveis pelo entreguismo da Petrobras.   

 

 

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