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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

17
Jul19

COMPROMETIDO E ACUSADO, DALLAGNOL REFORÇA AS DENÚNCIAS DO INTERCEPT E DO JORNALISTA

Talis Andrade

aroeira dallagnol.jpg

 

por Helio Fernandes

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Em matérias contundentes, ininterruptas e não contestadas, Glenn Grennwald, desmonta o Procurador e prova de forma irrespondível, que ele não é um paradigma de moralidade, independência e de prioridade para o espírito publico como apregoava. Em matérias vastamente publicadas e com enorme repercussão, seus interesses pessoais e particulares estão sempre acima de tudo.

Não estou revelando nada, apenas repercutindo e comentando o que foi vastamente publicado. Também as acusações, diversas e variadas, registram coincidentemente, o propósito de FATURAR, pessoalmente, os sucessos da Lava-Jato, antes do conluio Procuradores-Moro ainda magistrado. Todos supostamente empolgados com o propósito de "servir á coletividade".

Propósito e objetivo destruído pela ação deles mesmos. A ação e execução, contradizendo e contrariando o que tentavam ou imaginavam transmitir á comunidade, como desprendimento.

Dallagnol, o chefe e coordenador da Procuradoria da Lava-Jato e um subordinado, conversaram sobre a formação de uma firma, para faturar com a popularidade da operação. Como prova insofismável de que não imaginavam deixar a Procuradoria, a "firma ficaria em nome das mulheres".

Depois, tentando se justificar, diria: "Eu faria conferencias contra a corrupção". Não explicou quanto cobraria ou se teria agente.

(Presidentes dos EUA fazem conferencias cobrando caríssimo, mas só depois de deixarem os cargos. E não poderem mais ocupar cargos públicos, eleitos ou nomeados).

PS- Existe um evidente choque entre o procurador em exercício, e o palestrante, com ou sem firma.

PS2- A própria Folha, que deu destaque ás matérias, registra e conclui: "Como conseqüência, julgamentos podem ser anulados".

PS3- Rigorosamente verdadeiro. E dá mais repercussão e importância ao julgamento do STF, no fim do recesso.

PS4- No dia 1 de agosto, na pauta do STF, está a continuação da apreciação da PARCIALIDADE ou IMPARCIALIDADE de Moro.

PS5- E com royalties para Rui Barbosa, "até as pedras da rua", sabem que isso pode beneficiar Lula.

PS6- Perdão, beneficiar o ex-presidente não. Confirmar a PERSEGUIÇÃO que venho denunciando ha mais de 1 ano.

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