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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

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10
Fev20

Capitão Adriano estava sozinho, e não representava grande ameaça

Talis Andrade

adriano procurado_geuvar.jpg

 

A notícia da morte do capitão Adriano Nóbrega, acusado de envolvimento na morte da ex-vereadora carioca Marielle e por este motivo considerado por si mesmo e sua mulher um arquivo vivo sobre o que aconteceu com ela e sobre os esquemas de rachadinhas no gabinete do senador Flávio Bolsonaro quando ele era deputado estadual pelo Rio de Janeiro, levou a grande debate ontem nas redes sociais, a maioria delas questionando a quem interessaria o fato de o foragido da polícia carioca ter sido abatido por policiais. Parte dos questionamentos criticava ainda o fato de o capitão ter sido morto num confronto com a polícia baiana, isto é, comandada por um adversário político do clã Bolsonaro.

 

"Arsenal"

Policiais experientes consideraram muito pouco significativa a existência de quatro armas com o capitão Adriano, informação revelada com estardalhaço por policiais que participaram da operação que resultou na morte do miliciano. Dizem que, longe de representar uma grande ameaça, ele estava sozinho, o que, na avaliação deles, justificaria uma incursão da polícia baiana com mais inteligência do que força bruta.

Invasão

O que mais chamou a atenção no episódio da morte do capitão Adriano foi a desculpa dada pelo vereador de Esplanada, do PSL, quando se descobriu que o policial estava escondido em um imóvel rural de sua propriedade. Segundo o vereador, Adriano possivelmente invadiu o sítio, sem seu consentimento.

Participação

O que mais chamou a atenção de políticos, inclusive do PT, ontem, quando a notícia do capitão Adriano Nóbrega se espalho pela manhã foi o fato de os dois policiais do Rio de Janeiro que participaram da operação de busca do policial não terem estado presentes em Esplanada, nem no cenário do confronto que culminou com a morte do acusado de envolvimento na morte de Marielle. [Transcrevi trechos da coluna Raio Lazer, Questionamento, Tribuna da Bahia

 

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