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O CORRESPONDENTE

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27
Out18

CAIXA 2 "Bolsonaro se esconde atrás de uma sigla oportunista. Financiada pelos bandidos Batista, da JBS"

Talis Andrade

Eleição regida e dominada pelo medo

 

voto militar ditadura bolsonaro.jpg

 

 

por Helio Fernandes

___

Imposto pelo candidato favorito, sem programa, sem ideias ou convicções. Suas convicções (que deviam estar entre aspas) lembram o nazismo-fascismo-racismo, que ele faz questão de exaltar até exageradamente. É retrogrado tudo o que ele prega. Realmente assustador. Não pelo fato de lembrar as piores fases de ditaduras militares. Equivoco, ele nem chegou a ser militar.

 

E até o Alto Comando tem restrições (publicas) a ele. Se dermos uma volta pelo passado, chegaremos a 1945, e a primeira eleição direta. E constataremos um fato inédito, que jamais aconteceu. Nem antes nem depois. A eleição presidencial foi disputada por dois militares, um general (Dutra) e um brigadeiro (Eduardo Gomes), totalmente civilistas.

 

Dutra, apesar de 8 anos ministro da Guerra da Ditadura, era candidato do PSD, (o maior partido do país), e do PTB. Os dois fundados por Getulio Vargas. Foi administrativamente um fracasso completo. Mas rigorosamente democrático. Ele chamava a Constituição de "livrinho". E toda iniciativa dele, dos ministros, de deputados e senadores, tinha que se enquadrar no "livrinho".

 

Eduardo Gomes foi derrotado, liderou a oposição, novamente derrotado pela volta de Vargas, encerrada com a tragédia, do "deixo a vida para entrar na Historia". Em 45 e 50, os candidatos representavam os 3 maiores partidos nacionais. Bolsonaro se esconde atrás de uma sigla oportunista. Financiada pelos bandidos Batista, da JBS.

 

E por outros empresários que financiaram com muito dinheiro, as mensagens que inundaram a Internet. Crime visível e punível, não fosse a omissão, também culposa, do TSE. Tudo comandado dos EUA, pelo "gênio da Internet", que tramou e executou o apoio de Putin a Trump. Custou mais de 1 bilhão de dólares, mas elegeu Trump.

 

PS - Aqui teria custado "apenas" 300 milhões de reais mas também valeu a vitoria.

PS2 - Que era o que interessava, dinheiro não é problema.

PS3 - A partir de segunda feira, que segundo se fala nos bastidores, ficará lembrado como 29 de outubro.

 

ANTES DA ELEIÇÃO, A GRANDE BATALHA PELA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA

 

quinho bolsonaro moro.jpg

 

 

Logo que um dos filhos de Bolsonaro se reelegeu deputado, com grande votação, o pai imaginou colocá-lo como presidente da Câmara. (E o outro filho, presidente do senado, revelei tudo com exclusividade).

 

Encontrou muita dificuldade, até entre os lideres da campanha. Não recuou, achou que superaria os obstáculos. Mas o próprio filho se encarregou de fortalecer a oposição, agredindo, desprezando e insultando o STF. Grande repercussão negativa.

 

A oposição se articulava, considerava que se Bolsonaro conseguisse o imaginado, seria acumular muito poder nas mãos de um homem só. Isso fortaleceu a candidatura de Rodrigo Maia, que já trabalhava a própria eleição. Pretendia ficar mais 2 anos no cargo. Não com o mesmo poder de agora, mas ainda com muita força. Excelente coordenador, já começa com o apoio do "centrão". 207 votos, muito mais que os 52 do PSL.

 

PS - Falam que dos 243 deputados, que disputaram a eleição, 5 ou 6 estariam dispostos a presidir a Câmara.

PS2 - Também existe o rumor: Bolsonaro não ficaria com um presidente da Câmara hostil.

PS3 - Nesse caso, apoiaria Rodrigo Maia, com quem tem bom diálogo.

 

BOLSONARO NA CONTRAMÃO

simanca bolsonaro deus.jpg

 

 

Ontem fez duas afirmações, nada a ver com ele.

 

1- "O Brasil precisa de dialogo e pacificação".

 

2- "Precisamos de segurança e confiança"

 

Só faltou garantir: "Eu sou a esperança"

 

HADDAD TENTA OS ÚLTIMOS APOIOS

democracia contra nazismo haddad.jpg

 

È muito tarde e são votos indefinidos. Conversou com FHC, que fingiu, como sempre: Alem do mais, não tem o que transferir. Seu potencial é inexistente, apenas tergiversa, que palavra.

 

Continua acreditando em Joaquim Barbosa, já mostrei a inutilidade.

 

Recebeu um apoio política e moralmente solido de Alberto Goldman, mas eleitoralmente, apenas sofrível. Ele foi governador de SP. No passado fiz criticas a ele, não por ser comunista, e sim estalinista.

 

Inacreditável, a posição de Ciro Gomes. Entre os candidatos foi o maior critico do capitão. Tem potencial para transferência de votos. No dia seguinte viajou para o exterior. Ha dias anunciou a volta, não voltou.

 

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