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O CORRESPONDENTE

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil

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O CORRESPONDENTE

07
Nov17

A propaganda enganosa de "frear alta na conta de luz" se o Brasil entregar todas as hidroelétricas aos estrangeiros

Talis Andrade

Privatização no Brasil rima com corrupção.

 

Fernando Henrique presidente promoveu a venda de 70 por cento das estatais. Até para fazer sexo, Fernando Henrique realizou leilões quermesses. Conta Laerte Braga:

 

"Quando viu Edma Frade pela primeira vez, em Belo Horizonte, FHC se encantou com a mulher do jornalista Wilson Frade, um dos mais importantes de Minas à época. Uma dessas belezas que chamam a atenção, o ex-presidente logo se apaixonou. E partiu para cima. Edma não se fez de rogada e aceitou a corte de FHC. O casal começou os encontros não tão furtivos assim no Palácio das Mangabeiras, sob as bênçãos do governador do estado, Eduardo Azeredo. Até aí nada de novo no front. Ocorre que Edma era lobista da Andrade Gutierrez, que ao lado das empresas da família Jereissati e da Telefónica Espanhola, concorriam no processo de privatização da TELEMIG".

 

Vale perguntar, de que poço sem fundo FHC tirou o dinheiro para comprar apartamentos de luxo, para a amante jornalista da TV Globo, em Barcelona, para a atual companheira em São Paulo, para um segundo apartamento em São Paulo onde reside, além do apartamento em Paris, uma fazenda em São Paulo com um aeroporto clandestino? Outros bens foram adquiridos, que os filhos vivem principescamente.

 

O entreguismo no Brasil é tão descarado que se combate o nacionalismo, que passou a ser confundido com xenofobia.

 

Os traidores da Pátria falam sem pejo em vender a Amazônia, os aquíferos, a Eletrobrás, a estatal das hidroelétricas, o que significa, também, a entrega dos rios brasileiros à pirataria internacional.

 

Os interessados nas riquezas do Brasil financiaram o golpe do pigmeu Michel Temer do quadrilhão do PMDB na Câmara dos Deputados, que fazia dupla com o ladrão Eduardo Cunha.

 

Veja a propaganda enganosa, para vender a Eletrobrás, de um jornal safado, antipatriota, quinta-coluna.

 

O descaramento da promessa mentirosa

 

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20
Out17

Terras e mais terras para os herdeiros e grileiros que mandaram matar Padre Gabriel Maire

Talis Andrade

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Os nomes dos corruptos e covardes grileiros de terras, mandantes principais do assassinato do Padre Gabriel Maire, todo o Espírito Santo conhece. 

 

Padre Gabriel Maire foi morto em 23 de dezembro de 1989, quando passava de carro pela Rodovia Carlos Lindenberg, em Cobilândia, entre o município de Cariacica e Vila Velha. Os capangas estavam de tocaia. Os pistoreiros estão sempre na espera. Pagos pelos escravocratas.  

 

Era presidente do Brasil José Sarney e governador Freitas Mauro, ambos do PMDB, partido que voltou a governar o Brasil com Michel Temer. 

 

Escreveu João Baptista Herkenhoff: 


O Padre Gabriel Maire deu lições em vida e continua a dar lições depois de morto.

 

Em vida mostrou um caminho: nada se consegue sem luta; a força do povo está na união; a vontade de Deus é que todas as pessoas tenham condições para viver com dignidade; servimos ao Evangelho quando contribuímos na construção de um mundo mais justo; “prefiro morrer pela Vida a viver pela morte” (seu testamento, numa frase).

 

Morto, Gabriel continua a dar lições. A sentença que o considerou vítima de latrocínio foi anulada. A farsa do roubo seguido de morte foi concebida com uma falha primária. Os que trucidaram o padre deixaram no seu pulso um relógio francês. Pouco antes de sua morte, Gabriel Maire prestou depoimento à Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Vitória, relatando ameaças que estava sofrendo. Sua voz de Profeta, em favor da Justiça, com a Bíblia na mão, estava incomodando grileiros de terras urbanas e outros opressores do povo. Tendo em vista o conjunto das circunstâncias, não desanimaram os que desde o início negavam, inclusive através dos meios de comunicação, a versão da morte para roubar. Mas foi sobretudo a chama santa do advogado Ewerton Montenegro Guimarães que não permitiu que o grito por Justiça deixasse de ecoar. Falecendo Ewerton, dois jovens causídicos assumiram o processo e deram competente prosseguimento ao trabalho. Celebram eles agora, com milhares de pessoas, no Brasil e na França (e com Ewerton também, lá onde estiver), o deslinde da mentira. Gabriel ensinou a lutar e a luta para que se faça Justiça, no julgamento de sua morte, é lição que ele nos dá depois de morto.

 

O desmonte da trama homicida deve ser motivo de encorajamento para todos aqueles que pedem Justiça. Esta é mais uma lição que sua morte traduz. A batalha por Justiça é muitas vezes longa e árdua. Obstáculos são colocados no percurso: alguns por falhas estruturais do aparelho policial e judiciário; outros por comodismo, irresponsabilidade ou corrupção de autoridades; e outros ainda por maquinações dos têm na impunidade sua carta de alforria. Quando falamos em impunidade, não nos referimos aos delitos menores. Esses podem ser absorvidos pela sociedade, sem transtorno insuportável. Falamos na impunidade dos grandes delitos, a começar por aqueles que tiram a vida de alguém. A impunidade do homicídio é absolutamente intolerável. Mães que tiveram seus filhos assassinados, esposas que perderam o marido nas mãos de sicários, filhos que ficaram órfãos não desanimem. Gritem, peçam Justiça, porque “se os homens se calarem as pedras falarão”. E as pedras, desabando ruidosas e avassaladoras, acenderão consciências, pressionarão Poderes, arrancarão Justiça.

 

18
Set17

Quadrilhão do PMDB no Senado deu prejuízo além de 6 bilhões e comeu 860 milhões de propina

Talis Andrade

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) ofereceu denúncias ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a cúpula do PMDB no Senado, no âmbito de um inquérito apelidado de "quadrilhão". São acusados de organização criminosa os senadores Edison Lobão (MA), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR), Valdir Raupp (RO) e Jader Barbalho (PA), além do ex-senador José Sarney, e do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Todos estiveram no poder na ditadura militar de 64, e tramaram o golpe que derrubou Dilma Rousseff.

 

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Sarney, ex-presidente do Brasil e presidente de honra do PMDB. Jucá preside o diretório nacional do PMDB. 

 

A PGR apontou prejuízo de R$ 5,5 bilhões aos cofres da Petrobras e de R$ 113 milhões aos da Transpetro, em função dos desvios de recursos públicos. Juntos, os parlamentares embolsaram mais de R$ 860 milhões em propina. O procurador-geral da República pediu ao STF que determine à cúpula do PMDB no Senado a devolução de R$ 200 milhões aos cofres públicos, como medida de reparação de danos patrimoniais e morais.

 

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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, também denunciou o "quadrihão" do PMDB na Câmara dos Deputados, chefiado por Michel Temer, Eduardo Cunha e outros presidentas da câmara baixa. Baixa mesmo no sentido de abaixamento de nível moral. De falta de ética. Devassa, indecente e desonesta.

 

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