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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

17
Abr19

Secretario de Alan García: "Él encontró una forma de defender el honor que el pueblo le confirió"

Talis Andrade

Ricardo Pinedo aseguró que el exmandatario le decía que estaba dispuesto "a dar una lección de dignidad a la gente"

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Diario Correo - El secretario personal de Alan García, Ricardo Pinedo, declaró tras el deceso del líder aprista. En un estado de consternación, Pinedo habló sobre la decisión que tomó el exmandatario de dispararse en la cabeza luego de enterarse de la orden de detención preliminar en su contra.

"Es una lección de dignidad que ha dado Alan García. Él ha sido presidente de este país, al cual tanto amaba, al cual tanto quería. Él encontró una forma de defender ese honor que el pueblo le confirió", dijo.

Pinedo indicó que él expresidente contaba con 5 armas en su vivienda, y que él mismo había realizado los trámites para la posesión legal.

El ahora exsecretario también criticó al fiscal del Equipo Especial Lava Jato, Domingo Pérez, por la forma en que viene llevando el caso.

"No hay ninguna delación contra Alan García. Él no lo ha hecho porque había algo que esconder. Extraño el procedimiento del fiscal Domingo Pérez, en una estrategia que era la de tener a todos detenidos antes de las declaraciones del Sr. Barata", cuestionó Pinedo.

El ex secretario informó que los restos de Alan García serán velados aproximadamente a las 7 y 30 de la noche en el aula magna del local del Partido Aprista.

17
Abr19

Alan García: "Otros se venden yo no"

Talis Andrade

 

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Exmandatrio negó nuevamente acusaciones en su contra Alan García negó nuevamente haber recibido dinero para favorecer alguna empresa durante su periodo como presidente. En su cuenta de Twitter, el exmandatario escribió: "Mis compañeros pueden tener confianza. Nunca he pedido dinero ni vendido obras públicas . Los que me acusaron fueron los verdaderos corruptos. Yo creo en la historia. Otros se venden, yo no".

09
Mar19

Vaticano faz em Manaus reunião preparatória para Sínodo da Amazônia, criticado por governo Bolsonaro

Talis Andrade

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Por RFI
 

A Igreja católica está preocupada com a preservação do planeta e organiza a partir desta quinta-feira (7) duas reuniões para discutir o desenvolvimento sustentável. A primeira começou nesta manhã no Vaticano e vai durar até 9 de março. A segunda acontece em Manaus e é uma reunião preparatória para Sínodo da Amazônia, previsto para outubro e que provoca polêmica com o governo Bolsonaro.

Gina Marques, correspondente da RFI em Roma

A conferência no Vaticano “As religiões e os objetivos do desenvolvimento sustentável: ouvir o grito da terra e dos pobres” propõe um diálogo inter-religioso para estabelecer objetivos de como ajudar a salvar o meio ambiente. Participam representantes da Organização das Nações Unidas para e Agricultura e Alimentação (FAO), além de religiosos da Comissão Justiça, Paz e Integridade da Criação entre outros. A finalidade é reforçar o empenho das religiões e o envolvimento da sociedade civil na preservação do meio ambiente.

Em Manaus, ocorre o seminário de preparação para Sínodo da Amazônia previsto para outubro. O tema central dos dois dias de debates, abertos ao público, é a preservação ambiental da Amazônia.

As duas reuniões recordam a encíclica do papa Francisco Laudato si', na qual ele critica o consumismo e desenvolvimento irresponsável e faz um apelo à mudança e à unificação global das ações para combater a degradação ambiental e as alterações climáticas.

Críticas do governo brasileiro

Recentemente o governo brasileiro criou polêmica com a realização do Sínodo da Amazônia. O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, disse em fevereiro que ONGs estrangeiras e chefes de Estado de outros países não devem dar "palpite" na Amazônia brasileira.

Não houve um comunicado oficial do Vaticano respondendo ao governo do Brasil. A Santa Sé não entra neste tipo de polêmica. Já o bispo de Marajó, no Pará, dom Evaristo Spengler, afirmou que não cabe ao governo brasileiro monitorar os debates da Igreja. Segundo ele, a igreja “não é neutra”, o que não significa que tenha partido. Dom Evaristo declarou que “a igreja está do lado dos mais fracos, dos mais pobres, dos ribeirinhos e dos indígenas”.

O bispo criticou também os interesses econômicos do governo brasileiro. De acordo com ele, existem dois modelos de desenvolvimento: o sustentável e o predatório. Sobre o Brasil, ele falou que “estão incentivando um modelo predatório, que extrai as riquezas da floresta e deixa a população na pobreza”. Além disso, o governo brasileiro “quer construir hidrelétricas, abrir rodovias e permitir o avanço do agronegócio e das mineradoras”.

Vale lembrar que o papa Francisco anunciou o seminário em 2017, muito antes da eleição de Jair Bolsonaro. O Sínodo da Amazônia vai ocorrer de 6 a 27 de outubro deste ano. O Sínodo da Amazônia preocupa o governo de Bolsonaro, que teme que suas políticas contra a demarcação de terras indígenas e ONGs que combatem as mudanças climáticas sejam questionadas durante o encontro.

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Preparativos para o Sínodo da Amazônia

Na semana passada, o Vaticano já havia organizado em Roma um seminário preparatório para o Sínodo de outubro. Foram três dias de debates sobre a Amazônia que contaram com a participação do cardeal Cláudio Hummes, que é presidente da Rede Eclesial Pan-Amazônica, e do bispo de Marajó, Dom Evaristo Spengler. O Sínodo é para a Amazônia, mas sua preservação ou destruição tem repercussão mundial.

Nove países compartilham a Pan-Amazônia: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. Nesta região, importante fonte de oxigênio para toda a Terra, concentra-se mais de um terço das florestas primárias do mundo. É uma das maiores reservas de biodiversidade do planeta, abrigando 20% da água doce não congelada.

Neste imenso território vivem cerca de 34 milhões de pessoas, das quais mais de 3 milhões são indígenas, pertencentes a mais de 390 grupos étnicos. Povos e culturas diferentes como afrodescendentes, camponeses, colonos, vivem em uma relação vital com a vegetação e as águas dos rios.

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25
Jul18

QUE INVEJA: PERU DESTITUI JUÍZES CORRUPTOS E CHEFE DO SUPREMO ABANDONA O CARGO

Talis Andrade

 

 

Áudios vazados revelaram que integrantes do Conselho Nacional da Magistratura cometeram tráfico de influência, suborno e prevaricação, no maior escândalo do judiciário no Peru

 

 

Aconteceu no dia 20 último, e as águas ainda estão rolando. O Congresso do Peru aprovou, por unanimidade, a destituição dos integrantes do Conselho Nacional da Magistratura (CNM). Isso é de causar inveja a todos nós brasileiros, pois vivemos o mesmo problema. Vide links

 

Os sete conselheiros do órgão estão envolvidos em um escândalo de corrupção envolvendo os mais altos níveis do judiciário peruano.

 

O CNM tem funções similares ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no Brasil, como a de melhorar a gestão e fiscalizar o Judiciário.

 

Em sessão plenária extraordinária do Parlamento, convocada pelo presidente peruano, Martín Vizcarra, a remoção dos conselheiros foi aprovada pelos votos dos 118 legisladores presentes.

 

Os afetados são Hebert Marcelo Cubas, Baltazar Morales, Maritza Aragón, Orlando Velásquez, Ivan Noguera, Guido Águila e Julio Gutiérrez Pebe.

 

Os congressistas debateram durante duas horas o relatório da comissão de Justiça que recomendou a destituição, segundo o artigo 157 da Constituição.

 

Nas ruas, manifestantes protestavam contra a corrupção na frente do Palácio de Justiça, em Lima.

 

Conhecida a votação, Vizcarra afirmou que “a remoção dos membros do CNM é um passo fundamental para reformar o sistema judicial”.

 

Em sua conta no Twitter, o presidente saudou a decisão do Congresso. “Agora vamos seguir trabalhando para devolver a todos os peruanos a confiança em suas instituições”, disse.

 

Escândalo envolve altos níveis do Judiciário

 

O escândalo de corrupção se tornou público na semana passada, com a divulgação de uma série de escutas telefônicas que revelaram uma ampla rede de tráfico de influência, suborno e prevaricação nos mais altos níveis do judiciário peruano, incluindo altos magistrados, empresários e políticos.

 

Nos áudios que chocaram o país, juízes e membros do CNM, oferecem redução de penas, trocam favores e fixam preços por sentenças. Cousa parecida com a denúncia do advogado Tacla Durán de que Carlos Zucollotto lhe ofereceu uma delação premiada por 5 milhões de dólares. Acusação que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, se nega a investigar via CPI proposta por deputados do PT, PSOL, PCdoB e outros partidos da oposição ao governo golpista de Michel Temer. 

 

As escutas custaram o cargo do ministro de Justiça e Direitos Humanos, Salvador Heresi, protagonista de um áudio, e cinco juízes da Corte Superior de Justiça de Callao, entre eles seu presidente, Walter Ríos, que pedia um suborno de pelo menos US$ 10 mil em troca de favorecer a nomeação de um procurador.

 

Neste sábado (21), o presidente do país Martín Vizcarra, juramentou o novo ministro da Justiça, Vicente Zeballos, em substituição a Heresi. 

 

 

O presidente Vizcarra defende a urgência de uma reforma do Judiciário. Um projeto de reforma será elaborado por uma comissão que deverá ter uma lista de propostas até 28 de julho, aniversário da independência do Peru, quando Vizcarra fará um discurso à Nação do Congresso. A proposta do governo deverá ser revisada e debatida pelo Parlamento.

 

Argumentos pela destituição

 

Na sessão desta sexta, cada bancada no Congresso teve um tempo de 10 minutos para expôr seus argumentos a favor da destituição dos conselheiros.

 

O porta-voz da bancada governista Peruanos Por el Kambio, Gilbert Violeta, afirmou que “o Congresso não pode fugir de tomar uma decisão de destituição” e pediu a seus colegas que demonstrem “estarem do mesmo lado lutando contra a corrupção”.

 

“Temos que investigar a relação entre os partidos políticos, assim como alguns parlamentares e líderes políticos que tentam influenciar diferentes órgãos do sistema judicial e no CNM. Com quais objetivos, para que, influenciar em que processos, em que casos?”, disse Violeta, referindo-se às supostas coordenações entre os magistrados e o partido fujimorista Força Popular, que lembra o PSDB do governo Fernando Henrique, com seus políticos intocáveis como Aécio Neves, José Serra, Beto Richa e outros governadores e senadores tucanos acusados de corrupção. 

 

Por outro lado, o porta-voz da bancada esquerdista Novo Peru, Oracio Pacori, afirmou que a corrupção “transformou o Conselho Nacional da Magistratura em um mercado negro, onde se traficam influências, sentenças, zombando da Justiça”.

Pacori afirmou que a remoção dos magistrados “tem que significar o caminho para a verdadeira reforma do sistema judiciário que envolva os 33 milhões de peruanos e não uma reforma simplesmente sem diálogo”.

 

Juiz da Corte Suprema suspenso

 

Minutos antes da votação no Legislativo, o portal de notícias “IDL-Reporteros” divulgou novos áudios de conversas do juiz suspenso da Corte Suprema, César Hinostroza, que decidiu a favor da líder opositora Keiko Fujimori em uma investigação por lavagem de dinheiro. No áudio, Hinostroza revela sua aparente proximidade com os legisladores fujimoristas Luz Salgado e Miguel Torres.

 

Em uma conversa, Hinostroza pede ao empresário Antonio Camayo que interceda pela sua filha para que possa trabalhar no escritório de advogacia de Torres, e em outra conversa, ele conta a outro interlocutor que “qualquer coisa, Luz (Salgado) é amiga”.

 

Em um áudio divulgado anteriormente, o polêmico juiz coordenou com Camayo reuniões com uma “Senhora K” da “força número 1″. O codinome presumivelmente pode se referir a Keiko Fujimori, filha do ditador Alberto Fujimori, e seu partido Força Popular. Keiko nega ter tido alguma reunião com Hinostroza.

 

Em outra gravação transmitida pela mídia local Hinostroza oferece absolvição a um homem condenado por estuprar uma menina de 11 anos.” A partir de uma notícia publicada n' O Globo, Urbs. 

 

A justiça brasileira está entre as mais corruptas da América Latina. Leia algumas manchetes:

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23
Jul18

Perú: ciudadanos en cruzada contra la corrupción de la justicia

Talis Andrade

 

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Trabajadores protestan frente al Palacio de Justicia tras la renuncia del presidente del Poder Judicial, Duberly Rodríguez, el 19 de julio de 2018 en Lima. Fuente: Reuters.

 

 

RFI - Miles de peruanos marcharon en todo el país este jueves en repudio a la corrupción que gangrena al sistema de justicia. Una crisis que obligó a la renuncia de los presidentes del poder judicial, Duberlí Rodríguez, y del Consejo Nacional de la Magistratura (CNM), Orlando Velásquez, órgano que nombra a los jueces en Perú.

 

Todo se desató hace unas semanas cuando una fiscal solicitó permiso para interceptar a una red de narcotraficantes a la que se estaba investigando. Y las escuchas revelaron que dicha red mafiosa tenía relaciones turbias con jueces y vocales de la Corte Suprema y la Superior del Callao y que, además, también estaban implicados magistrados del Consejo Nacional de la Magistratura.

 

Sindicatos, activistas y ciudadanos de a pie marcharon en las principales ciudades del país exigiendo la renuncia de todos los miembros del Consejo Nacional de la Magistratura después de se conocieran unos audios de jueces negociando sentencias. La protesta ciudadana contó con el apoyo explícito del presidente peruano Martín Vizcarra. "Las movilizaciones que el día de hoy se realizan en todo el Perú tienen mi respaldo porque juntos tenemos que combatir la corrupción", señaló el mandatario en un acto público y en su cuenta de twitter dijo compartir la indignación ciudadana ante los actos de corrupción en el sistema de justicia y destacó que su Gobierno está actuando firmemente “para construir un Perú más justo y soberano”, al tiempo que llamó a que las marchas se dieran de manera pacífica.

 

Para Jorge Aragón, investigador de la Pontificia Universidad Católica y del Centro de Estudios Peruanos, la salida a esta crisis depende de ese sector de la sociedad civil que aboga por un sistema de justicia transparente que funcione y que se ha articulado y convertido en el apoyo del presidente Vizcarra que es quien tiene que tomar las decisiones. "En este minuto la esperanza está en la actuación del presidente que no tiene partido político, ni mayoría en el congreso y esa movilización social que le está exigiendo tomar cartas en el asunto y reformar al sistema de justicia", afirmó

 

Según el analista político, la movilización ciudadana en las calles no basta y se requiere de una voluntad política del ejecutivo y del legislativo para tomar medidas tendientes a superar la metástasis que ha hecho el sistema de justicia de Perú. "La impresión que tengo es que esta es la oportunidad que él (presidente) estaba buscando para recuperar la iniciativa política. Estaba muy aislado, muy solo y muy puesto contra las cuerdas por el fujimorismo, y ahora puede tener una agenda política propia y llevar a cabo unas reformas que recuperen al sistema de justicia".

 

Este viernes, el Congreso prepara una sesión extraordinaria convocada por el presidente Martín Vizcarra como primer paso de una profunda reforma judicial. La situación es un "déjà vu" de la historia peruana reciente, pues la difusión de audios o videos provocaron la caída del presidente Alberto Fujimori en 2000, la renuncia del mandatario Pedro Pablo Kuczynski en marzo pasado y la suspensión hace un mes del legislador Kenji Fujimori (hijo del exgobernante).

 

23
Jul18

FORAS DA LEI Brasil possui mais de cem tribunais de justiça... Mais de cem palácios de togados

Talis Andrade

veja justiça bananeira.jpg

 

 

Quem vai investigar a mordomia, a farra, o esbanjamento de dinheiro público no judiciário?

 

O corporativista CNJ?

 

O povo brasileiro urge tomar o povo peruano como exemplo, que criou o "lava juiz". Ir para as ruas e derrubar o poder corrupto da justiça.

 

Perguntar, pelo menos, quanto custam os tribunais, os palácios da justiça com suas cortes malandras e luxuosas.

 

Só recentemente a imprensa fez uma contagem errada dos tribunais. A Folha de São Paulo informa que "O Brasil tem 91 tribunais. Não é difícil contá-los:

 

Há 61 tribunais na esfera federal: existe 1 supremo tribunal, 4 tribunais superiores, 27 tribunais regionais eleitorais (um em cada unidade federativa), 24 tribunais regionais do trabalho (um por unidade federativa, exceto São Paulo, que tem dois - um na capital e outro em Campinas - e Acre, Roraima, Amapá e Tocantins, que estão sob a jurisdição dos tribunais baseados Rondônia, Pará, Amazonas e DF, respectivamente) e 5 tribunais regionais federais.


Já na esfera estadual, há 30 tribunais: 27 tribunais de justiça (um por unidade federativa) e três tribunais de justiça militar estaduais (apenas São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul possuem tribunais de justiça militar estaduais)”.

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 Nesta contagem não estão relacionados os tribunais de contas, que são 27. 

 

Mais estados possuem tribunais das polícias militares. 

 

A contagem acima esconde os tribunais militares das forças armadas.

 

O Brasil possui mais de 91 suntuosos, aparatosos palácios da justiça com suas cortes de faraós e marajás.

 

Qual o preço dessa corrupção? 

 

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Apenas em janeiro deste ano, o Judiciário brasileiro gastou mais de R$ 74 milhões com auxílio-moradia para cerca de 17 mil juízes e desembargadores. Ao final de 2018, o valor total gasto no ano pode ultrapassar os R$ 897 milhões, caso todos esses magistrados mantenham seus benefícios. O teto para o pagamento do auxílio-moradia, indenização estendida para todos os magistrados pelo ministro do STF Luiz Fux em 2014, é de R$ 4.377,73 por mês.

 

Os dados são resultado de um levantamento realizado pela Agência Pública com base nas informações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e dos próprios tribunais.

 

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Milhares de familiares de juízes, desembargadores e outros membros do Judiciário recebem pensões como herança – alguns, pela vida toda, como a atriz Maitê Proença, que permaneceu solteira para manter o pagamento mensal do pai procurador de Justiça.

 

Segundo levantamento realizado pela Pública no site do CNJ e nos tribunais, mais de 4 mil familiares de magistrados e servidores do Judiciário mortos receberam mais de R$ 85 milhões apenas em dezembro de 2017, incluindo pensões vitalícias, temporárias e pagamentos retroativos.

 

Os dados são referentes a 59 dos 92 tribunais e conselhos de justiça brasileiros e reúnem informações disponibilizadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) desde novembro de 2017 com dados publicados nos portais de transparência dos tribunais. Os demais órgãos não discriminaram os gastos com pensionistas nas planilhas enviadas ao CNJ ou se recusaram a disponibilizar as informações à reportagem.

 

Leia as herdeiras do alto escalão do Judiciário

 

Folhas de pagamento entregues em dezembro de 2017 ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por tribunais de todo o país mostram que, ao menos nas cortes estaduais, receber remunerações superiores ao teto constitucional é regra, não exceção. Levantamento do Núcleo de Dados do GLOBO, com base nas informações salariais divulgadas pela primeira vez pelo CNJ, aponta que, nos últimos meses, 71,4% dos magistrados dos Tribunais de Justiça (TJs) dos 26 estados e do Distrito Federal somaram rendimentos superiores aos R$ 33.763 pagos aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) — valor estabelecido como máximo pela Constituição.

 

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22
Jul18

Perú ¿Habrá cambios en el PJ?

Talis Andrade

 

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por Pedro José de Zavala

===

Sin duda Lava Juez, como se le ha llamado a la crisis que han generado los audios protagonizados por miembros del Poder Judicial y algunos políticos, está acaparando la indignación de los medios de comunicación y de la población en general, la cual ha manifestado su repudio saliendo a marchar en Lima y varias ciudades del interior del país.

 

Lo paradójico de esto es que la remoción de los miembros del Consejo Nacional de la Magistratura, lograda gracias al Congreso de la República (a pedido del presidente Vizcarra), al igual que la renuncia del presidente del Poder Judicial, Duberlí Rodríguez, se ha conseguido a pesar de la inconformidad de los destituidos, pues en la mayoría de los casos estas personas sentían que su salida no era justificada, pues ellos no habían hecho nada ilegal. La misma actitud mostró el recientemente nombrado fiscal de la Nación, Pedro Chávarry, a pesar de los audios en los que aparece y la ajustada votación con la que se decidió su designación (con su propio voto a favor de sí mismo). Es claro entonces que si bien la presión de la prensa y de la misma población en las calles está empujando a la reforma de Poder Judicial, este se resiste con todo lo que puede a los cambios.

 

No cabe duda de que el Poder Legislativo será pieza fundamental para esta reforma. Lo preocupante es la aparición de audios en los que se involucra a líderes políticos y congresistas, como la misteriosa señora K, Héctor Becerril, Mauricio Mulder, entre otros, la mayoría de ellos pertenecientes al APRA y Fuerza Popular, quienes, como era de esperar, han lanzado airosos pronunciamientos negando categóricamente cualquier vínculo con los miembros del Poder Judicial implicados en Lava Juez. Por otro lado, resulta un gesto poco afortunado contar con la presencia del presidente del Congreso, Luis Galarreta, en la juramentación de Pedro Chávarry, nuevo fiscal de la Nación, después de todos los pedidos para que esperara la debida investigación antes de ocupar el cargo.

 

Esperemos que estas fuerzas políticas sean igual de enfáticas y decididas al momento de enfrentar las modificaciones legislativas que se requieren para lograr los cambios y de sancionar a los miembros implicados en estos hechos ilícitos. De no hacerlo, será evidente para todos que existe una colusión entre ambos, lo que indudablemente les generará un costo político muy alto frente a toda la población.

 

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22
Jul18

La remoción de la plana mayor del sistema de justicia convierte el rol de la comisión que busca reformarlo en determinante

Talis Andrade

¿Y ahora qué?

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"¿Qué es lo que se puede y debe hacer para salir de este delicado trance sin alterar el marco institucional?"

 


Editorial El Comercio

Ayer, asumiendo las consecuencias de una situación que se había tornado insostenible, renunciaron a sus cargos el presidente del Poder Judicial, Duberlí Rodríguez, y lo integrantes del Consejo Nacional de la Magistratura (CNM) Orlando Velásquez (quien lo presidía) e Iván Noguera (que ya estaba suspendido en sus funciones). Sus renuncias vinieron a sumarse a las de los consejeros Guido Aguila y Julio Gutiérrez, producidas algunos días antes, en la estela de la conmoción que provocaron los audios en los que se los escucha negociar favores y colocaciones de jueces y fiscales.

 

Los tres miembros del CNM que se sostienen en sus puestos –Baltazar Morales, Maritza Aragón y Herbert Marcelo– muy probablemente serán hoy removidos por el Congreso.

 

Si agregamos a esta lista de alejamientos forzados el del ahora ex ministro de Justicia Salvador Heresi, encontramos que, a excepción de la Fiscalía de la Nación, toda la plana mayor del sistema de justicia del país ha sido removida en solo una semana.

 

Está por verse, además, cómo se desenvolverá la situación en el Ministerio Público luego de que anoche se revelara un audio entre el suspendido juez supremo César Hinostroza y el magistrado Pedro Gonzalo Chávarry, quien a la luz de estos nuevos hechos debería evaluar si es lo más conveniente para el país que asuma una investidura tan importante como la Fiscalía de la Nación.

 

Las separaciones, desde luego, se tenían que dar pues, como decíamos ayer a propósito de la conveniencia de que el señor Duberlí Rodríguez diera el paso que finalmente ha dado, ninguna reforma del sistema judicial es verosímil conservando a esos actores en su interior. Pero, en la medida en que las funciones que han quedado por el momento sin responsables son indispensables para el normal desenvolvimiento de la administración de justicia en el país, el espacio de incertidumbre que se ha abierto es vasto.

 

¿Qué sigue? ¿Qué es lo que se puede y debe hacer para salir de este delicado trance sin alterar el marco institucional?

 

Pues bien, la primera certeza a la que podemos asirnos es la de que, con todas estas salidas, el rol de la comisión de la reforma del sistema judicial nombrada por el Ejecutivo se convierte en determinante. La renovación de estos cargos ofrece un momento propicio para implementar todas las recomendaciones que esta entregue el 28 de julio, tanto en lo que concierne al CNM como en lo que toca a los demás órganos del sistema.

 

El nuevo ministro de Justicia, cuya designación no puede esperar mucho más, una vez nombrado, debe empoderar a la referida comisión y ayudar a implementar sus recomendaciones. Su labor fundamental consistirá en articular con el Congreso cualquier proyecto de ley que surja a partir del informe elaborado por ella.

 

¿Qué sigue? ¿Qué es lo que se puede y debe hacer para salir de este delicado trance sin alterar el marco institucional?

 

Pues bien, la primera certeza a la que podemos asirnos es la de que, con todas estas salidas, el rol de la comisión de la reforma del sistema judicial nombrada por el Ejecutivo se convierte en determinante. La renovación de estos cargos ofrece un momento propicio para implementar todas las recomendaciones que esta entregue el 28 de julio, tanto en lo que concierne al CNM como en lo que toca a los demás órganos del sistema.

 

El nuevo ministro de Justicia, cuya designación no puede esperar mucho más, una vez nombrado, debe empoderar a la referida comisión y ayudar a implementar sus recomendaciones. Su labor fundamental consistirá en articular con el Congreso cualquier proyecto de ley que surja a partir del informe elaborado por ella.

22
Jul18

El Perú se levantó contra la corrupción

Talis Andrade

En diversas provincias del pais, miles de ciudadanos marcharon por crisis en el poder judicial

 

El-Perú-se-levantó-contra-la-corrupción.jpg

 El Chino - El Perú, en un solo puño, se levantó contra la corrupción que impera en el aparato de Justicia en nuestro país.

 

No solo en la capital se experimentó ayer una jornada de protesta ciudadana por la inmundicia que se reveló tras la publicación de los audios a través del portal IDL-Reporteros y que involucran a jueces, consejeros del Consejo Nacional de la Magistratura y hasta políticos. En provincia, también la ciudadanía dijo ‘basta ya’.

 

En la capital, miles se reunieron en la Plaza San Martín para recorrer calles del Centro Histórico bajo el lema “Marcha contra la corrupción”, donde estudiantes, organizaciones civiles, CGTP y diferentes gremios de trabajadores hicieron sentir su indignación por los últimos acontecimientos de corrupción.

 

Asimismo, al interior del país la convocatoria tuvo el éxito esperado.

 

Estudiantes, trabajadores y pobladores de diversas ciudades del país protagonizaron marchas en contra del sistema de justicia que ya no da para más.

 

Las movilizaciones se registran en las ciudades de Cusco, Cajamarca, Iquitos, Arequipa, Piura, Huánuco, Moquegua, Chiclayo, Ayacucho, Tacna, entre otras. Incluso, en la ciudad de Tumbes, los periodistas locales realizaron un plantón en el frontis de la Corte Superior de Justicia de la localidad en señal de protesta.

 

En Arequipa, los manifestantes, que marcharon por la plaza de Armas, rechazaron la corrupción y por la reforma del Poder Judicial. José Luis Chapa, secretario general de la FDTA, pidió que este cambio alcance también a los magistrados de Arequipa y demando también mayor transparencia en las negociaciones colectivas de trabajo.

 

Estas manifestaciones se desarrollan de forma pacífica, salvo en la ciudad de Iquitos donde se registraron algunos incidentes.

 

 

 

 

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