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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

07
Jan21

Recorde de mortes e Pazuello, o sem-vacina, anuncia “plano mão-grande”

Talis Andrade

 

tacho ministerio da saude versus corona.jpg

 

por Fernando Brito

- - -

Acaba de sair o boletim de hoje do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde, acusando 1.841 mortes nas últimas 24 horas, acrescidos do “atrasos” da contagem de anteontem no Rio e no Amazonas. Na contagem do Ministério da Saúde, foram 1.524, o segundo mais alto desde o início da pandemia.

No número de casos, tivemos quase 88 mil nas contas oficiais do Ministério, o maior desde que começou a crise da Covid-19.

Ao mesmo tempo em que, com isso, superamos a marca das 200 mil mortes (200.498), assistia-se pela televisão o espetáculo dantesco da “entrevista” do ministro da Saúde: grosseiro, despreparado, autoritário, chegou a dizer que a imprensa “não tem delegação” para interpretar as notícias, apenas para reproduzi-las.

O general vá plantar suas batatas em ditaduras, onde ser jornalista é apenas reproduzir as declarações das autoridades.

Não somos seus subordinados para dizer-lhe “sim, senhor” e deixar de indagar, apontar contradições e apurar a verdade com perguntas – como as que não se fez a ele, que saiu antes de responder qualquer indagação, deixando os auxiliares de dentes à mostra para responderem duas ou três formuladas sem nenhum vigor – e interpretar o que se diz e o que se sabe.

O ministro seguiu sem anunciar objetivamente o que será a vacinação, ficando nas já famosas “três hipóteses”: 20 de janeiro, 10 de fevereiro e início de março. E tudo o que pode ser feito será não por obrado ministério, mas porque São Paulo está aceitando – será que isso tem a ver com a aprovação da Coronavac pela Anvisa? – ser garfado nas doses que acumulou, importadas da China.

Os dois milhões de doses indianas são uma mera cortina de fumaça, um subterfúgio para tentar dissimular que a única chance de Bolsonaro vacinar é com “as vacinas do Dória”. Sejamos justos: Doria ofereceu o Butantan para apoiar o plano nacional de imunização e o governo federal recusou-o a patadas. Agora, talvez esteja diante do dilema de entregá-las e minguar o seu plano de vacinação ou não poder fazê-lo por falta de registro da vacina.

As vacinas a serem produzidas pela Fiocruz dependem de dois fatores. O primeiro, a chegada do componente ativo da vacina, até agora não entregue no Brasil. O segundo, da incerta capacidade de processar este insumo em grandes quantidades, o que não está, ao menos publicamente, bem esclarecido.

As negociações com os laboratórios farmacêuticos, que Pazuello pintou como os chantagistas que de fato são, são as mesmas que tiveram outros países. Esqueceu-se Pazuello, porém, que as dificuldades ficaram maiores e as quantidades das vacinas oferecidas minguaram porque só muito tarde – e sem muita garra – o Brasil foi ao mercado mundial para pretender comprá-las.

Estamos com gente morrendo como moscas e com gente completamente incapaz no comando do país e de seu sistema sanitário.

Aliás, não é gente incapaz: é gente má, que está se lixando para vacinar o povo brasileiro. Quem duvidar disso, tampe o nariz e assista à live de Jair Bolsonaro, daqui a pouco, fazendo pouco da vacina e tirando a credibilidade da vacina.

04
Jan21

Relatos nas redes sociais afirmam que coro de Bolsonaro na Praia Grande foi encenação

Talis Andrade

Segundo internauta, maioria das pessoas que participou da aglomeração apareceu poucos minutos antes da chegada do presidente, e abandonou a praia logo após a sua partida

 

Por Victor Farinelli /Revista Forum

A manifestação a favor de Jair Bolsonaro e contra o João Doria na Praia Grande teria sido uma encenação? É o que dizem certos relatos que surgiram nas redes sociais neste domingo (3), alguns acompanhados de fotos e vídeos.

Durante alguns minutos, o presidente se banhou no mar da cidade do litoral paulista nesta sexta-feira (1º), em atividade que causou uma pequena aglomeração de centenas de pessoas, as quais fizeram coro a favor do mandatário e ofenderam o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

bolsonaro praia_zedassilva.jpg

 

No entanto, as redes sociais têm mostrado outra versão daquela cena. O primeiro indício partiu de uma internauta chamada Ester Nogueira. Ela assegura que “estava tudo normal, praia com algumas dezenas de pessoas na areia, outras tantas em quiosques, quando um movimento estranho se iniciou”.

Em seguida, Ester conta que “um número de homens foi chegando à orla, e entrando no mar, como a espera de algum acontecimento, do qual mais ninguém sabia. Após uns vinte minutos chega o falastrão, cheio de pompa, e dentre os seus ‘seguranças’, que foram os primeiros a descer da embarcação, começaram a puxar um coro sinistro, com palavras de baixo calão, para incendiar a turba. Após o teatro macabro, estes mesmos que haviam aparecido do nada, se dispersaram e a praia voltou ao seu normal”.

Também surgiram fotos e vídeos tomados desde edifícios próximos ao local onde a aglomeração aconteceu, mostrando que o movimento na praia não era tão favorável ao presidente como se via no vídeo da última sexta.

Em seguida, Ester conta que “um número de homens foi chegando à orla, e entrando no mar, como a espera de algum acontecimento, do qual mais ninguém sabia. Após uns vinte minutos chega o falastrão, cheio de pompa, e dentre os seus ‘seguranças’, que foram os primeiros a descer da embarcação, começaram a puxar um coro sinistro, com palavras de baixo calão, para incendiar a turba. Após o teatro macabro, estes mesmos que haviam aparecido do nada, se dispersaram e a praia voltou ao seu normal”.

Também surgiram fotos e vídeos tomados desde edifícios próximos ao local onde a aglomeração aconteceu, mostrando que o movimento na praia não era tão favorável ao presidente como se via no vídeo da última sexta.

bolsonaro_ bosta nagua.jpg

 

02
Jan21

Não vamos nadar para morrer na praia

Talis Andrade

crime de contagio.jpg

 

por Fernando Brito

- - -

Com um mergulho e algumas braçadas, para reunir-se com alienados e negacionistas que se espremiam na areia e no mar de Praia Grande (SP), começou a terceira temporada a série “Como destruir uma Nação”, estrelada por Jair Bolsonaro, coadjuvado por um grande elenco de nulidades de paletó e de farda, com a produção da mídia e de gente que ama o dinheiro acima de tudo, inclusiva da humanidade e de seu próprio país.

O Estadão, um de seus agora envergonhados pais – quem não se lembra que o aceitou como “uma escolha difícil” contra Fernando Haddad? – hoje se dedica a contar as horas – 17,5 mil ,diz – que falta para que nos livremos desta desgraça na chefia de um país no qual não se pode, absolutamente, falar em comando.

Mão é a única “Madalena” do pedaço. Hoje mesmo, Merval Pereira, o que achava que “as instituições” iam domar Jair Bolsonaro, revive o sonho udenista de que um candidato “punhos de renda” da nova UDN – Doria ou Sergio Moro, ou vice-versa e juntos e misturados – possa fazer frente ao ex-capitão e que uma candidatura Lula em 2022, que teria evitado, é do interesse de Bolsonaro, que se beneficiaria do antipetismo.

Há, também, as “madalenas” ditas de esquerda. Ciro, o ególatra, que resolveu a “escolha difícil” com um bilhete aéreo para Paris e Tarso Genro, que pede a João Doria para liderar uma frente antibolsonaro, de forma deprimente, como se faltassem a este país alternativas que não um dândi que represente a gente “de modos” contra um desclassificado, embora faça essencialmente o mesmo.

Usam como argumento o “populismo” de Bolsonaro, esquecidos que Doria fantasiava-se com roupas de gari, embora, como mostrou em suas férias em Miami, goste mesmo é de um cashmère.

Não têm ideia do que será o confronto que se dará ano que vem.

Não será daqueles em que baste vencer nas urnas.

Será que não viram o que se passou nos EUA com a derrota de Donald Trump e sua recusa em admiti-la? Acham que as Forças Armadas brasileiras, com sua história de intervencionismo, comportar-se-á como as norte-americanas, virgens em matéria de intervenção sobre o poder civil?

A retirada de Jair Bolsonaro do governo é um processo político-eleitoral, mas não só.

Envolve sinalizações claras no Judiciário, no Legislativo e nas Forças Armadas de que o resultado eleitoral será respeitado.

E exige um resultado eleitoral que não se alcançará se não houver uma candidatura de forte apelo e base popular, com um significado ancorado na memória e na realidade.

Porque isso Bolsonaro já o fez e, embora minoritárias, suas tropas egoístas e primitivas estão por toda parte, até mesmo nas águas da Praia Grande.

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01
Jan21

Bolsonaro puxa xingamento contra Doria no litoral de São Paulo (vídeo)

Talis Andrade

 

247 - Durante um passeio de lancha na Praia Grande, litoral de São Paulo, onde passa os dias de feriado de Ano Novo, Jair Bolsonaro puxou um grito de xingamento de uma multidão contra o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). 

Ele estimulou o grupo a gritar contra Doria após ser provocado a fazê-lo. “Ei, Doria, vai tomar no c*...”, obedeceram os apoiadores, em coro.

Outro ataque a Doria já havia sido feito na quarta-feira (30), quando disse que o tucano poderia até ir para Miami, mas não fechar São Paulo.

Metrópoles - No primeiro dia do ano, o presidente Jair Bolsonaro passeou de lancha pela Praia Grande, em São Paulo, e nadou até os banhistas que se aglomeraram ao redor de Bolsonaro.

bolsonaro nada_cellus.jpg

 

O presidente passou a virada do ano com a família na região.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Bolsonaro aparece acenando, de dentro de uma lancha, para banhistas. Depois, pula na água e vai ao encontro das pessoas dentro d’água.

Ao chegar perto dos banhistas, uma grande aglomeração se forma ao redor do presidente. Ele faz acenos para as pessoas, que respondem entoando “mito”.

Enquanto Bolsonaro volta para a lancha, os banhistas ainda puxam outro coro, desta vez debochando do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Assista ao vídeo

29
Dez20

Maia diz que bloco na Câmara é ensaio de chapa de centro-direita em 2022 e que agenda neoliberal prosseguirá no Congresso

Talis Andrade

QUADRILHEIROS OFICIAIS – Contra o Vento

PRESIDÊNCIA DA CÂMARA. O candidato da direita de Bolsonaro contra o candidato da direita de Maia e Temer e Doria

 

Maia e Baleia Rossi (Michel Temer) não têm qualquer compromisso com a esquerda

247 -  O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou em entrevista à Folha de S.Paulo que o bloco de oposição ao candidato de Jair Bolsonaro à Presidência da Casa é o embrião de uma chapa de centro-direita em 2022. A chapa à Mesa “é um sinal forte de que parte desse bloco pode estar junto em 2022”, disse Maia. Ele garantiu também que a agenda neoliberal será retomada no Congresso em 2021: “O nosso campo vota majoritariamente a favor da agenda econômica do governo. Após a sucessão, é óbvio que a agenda econômica vai continuar sendo liberal”.

Apesar da articulação com partidos de esquerda, Maia não considera a possibilidade de negociar uma nova agenda no Congresso. Ao mencionar possíveis candidatos para 2022, ele explicita a exclusão da esquerda. Além de Luciano Huck e João Doria, mencionados pelas jornalistas Danielle Brant e

Julia Chaib ele relacionou mais três possíveis candidatos: “Tem o próprio ACM Neto [presidente do DEM] que é um ótimo nome, tem o Ciro Gomes [PDT] que é um ótimo nome, o Paulo Câmara [PSB] está terminando o governo [de Pernambuco], quem sabe ele também queira participar. Então acho que a gente tem que dialogar”.

Na entrevista, Maia sublinhou que não tem qualquer compromisso com a esquerda. Diante da pergunta das jornalista sobre isso (“Há o compromisso com a oposição de não pautar privatizações?”), o presidente da Câmara foi taxativo: “Não. Não há compromisso de deixar de pautar matéria alguma”.

Baleia Rossi foi indicado por Michel Temer. 

29
Dez20

Entrevista de Rodrigo Maia visa humilhar o PT, diz Breno Altman

Talis Andrade

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247 - Jornalista e editor do site Opera Mundi, Breno Altman analisou pelo Twitter nesta terça-feira (29) a entrevista do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, à Folha de S. Paulo publicada na noite de segunda-feira (28).

Além de afirmar que a aliança na Câmara contra o candidato bolsonarista a presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), é um "ensaio" para uma união de centro-direita em 2022, Maia deixou claro, segundo Altman, que seu inimigo real não é Bolsonaro, e sim o PT.

Para o jornalista, o PT ainda tem tempo para abandonar a aliança com o grupo de Maia/ Temer (a chapa encabeçada por Baleia Rossi) no Congresso.

A entrevista de Rodrigo Maia na Folha de S.Paulo reflete sua estratégia de subordinar a esquerda à oposição de direita. Diz que não haverá nenhum acordo sobre pauta, reafirma a agenda neoliberal e coloca a centro-direita como 'vanguarda' de um bloco contra Bolsonaro. E tudo bem? Há setores da esquerda, felizmente minoritários no PT, que se rejubilam com uma tal 'frente ampla' na qual as cartas são dadas por Doria e Maia. Acham o máximo de suas vidas serem convidados a entrar pela porta dos fundos nessa festa organizada pela oposição de direita. Ainda há tempo para o PT pular desse barco furado, o bloco do Maia. A entrevista do presidente da Câmara na Folha não deixa dúvidas: além de querer humilhar o principal partido de esquerda, seu jogo é colocar o campo progressista como linha auxiliar da oposição de direita. A oposição de direita luta pela presidência da Câmara com os olhos em 2022. Não tem a ver com retirar Bolsonaro ou aceitar uma agenda menos conservadora. Quer controlar o parlamento para fazer da corrida presidencial uma disputa entre as duas alas do campo conservador. Quando Maia afirma que a disputa da presidência da Câmara é 'ensaio para a eleição presidencial de 2022', fica claro que seu real inimigo não é Bolsonaro, mas o PT e o conjunto da esquerda. Tudo o que deseja é tirar o campo progressista do palco principal da luta pelo poder"

 

 

28
Dez20

A “mensagem de Natal” do cínico Bolsonaro

Talis Andrade

Por Altamiro Borges

Na patética "mensagem de Natal", transmitida na noite desta quinta-feira (24) em cadeia nacional de rádio e televisão, o presidente-capitão abusou das mentiras e do cinismo. Ladeado pela primeira-dama, já apelidada de "Micheque", Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil é uma "referência" no combate ao coronavírus. 

Na maior caradura, o "capetão" se jactou do auxílio emergencial – escondendo que a sua equipe econômica, chefiada pelo abutre Paulo Guedes – resistiu ao valor de R$ 600 e à duração do benefício. Ele também nada falou sobre a campanha nacional de vacinação, que é alvo de críticas e de vexaminosas comparações com outros países. 

O Brasil deve atingir nos próximos dias 200 mil mortes por Covid-19 e os hospitais devem ficar ainda mais lotados após as aglomerações das festanças do final do ano. A "mensagem de Natal" do fascista entrará para a história como mais uma peça de publicidade desumana e mentirosa do laranjal bolsonariano. 

 



"Certa histeria" na sua live macabra


Pouco antes de utilizar a cadeia nacional de televisão, o "capetão" participou de mais uma de suas macabras “lives” semanais. Nela, mais solto, ele voltou a destilar veneno. Entre outras besteiras negacionistas, criticou “certa histeria” nas restrições às viagens impostas por governos estaduais para conter o avanço da pandemia. 

Vingativo, o "capetão" também aproveitou para metralhar seu ex-aliado e atual rival João Doria, governador de São Paulo. Sem citar seu nome, disparou: "Vai ficar todo mundo em casa que vou passear em Miami, pelo amor de Deus. Fecha São Paulo e vai passear em Miami? Isso é crime". 

Bolsonaro ainda reforçou a sua cruzada contra a vacinação. Sem apresentar provas, ele criticou a CoronaVac, desenvolvida no Instituto Butantan em parceria com a indústria chinesa Sinovac. "A eficácia daquela vacina de São Paulo está lá embaixo. Não vou divulgar percentual porque se errar 0,001% vou apanhar da mídia". 

O presidente também abordou a eleição na Câmara Federal e Senado. “No fundo, todo mundo torce”, disse o farsante – que joga pesado para viabilizar a vitória do deputado Arthur Lira, cacique do Centrão. Para ele, uma das prioridades será “botar em votação o projeto de lei para revogar o estatuto do desarmamento”.

 

 
28
Dez20

Triste dilema: quem é menos pior, Baleia Rossi ou Arthur Lira?

Talis Andrade

TEMER TRAMA PRESIDIR NOVAMENTE A CÂMARA DOS DEPUTADOS

 

Pin de Fernanda Lobato em O golpe contado por charges | Laerte, Laerte  coutinho, Caricaturas

por Cláudio da Costa Oliveira

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A cada dia assistimos a destruição de tudo que foi construído ao longo de décadas, sem qualquer reação. Se este (judiciário) também falhar, o melhor é procurar alguma nação independente onde nossos filhos e netos possam se desenvolver longe da colônia escravizada que se tornará o Brasil.

Depois que o STF não autorizou a reeleição de Maia e Alcolumbre à presidência da câmara e senado o congresso brasileiro passou a analisar as opções existentes. 

Para a Câmara Federal o governo Bolsonaro indica o deputado Arthur Lira (PP-AL). 

Figura conhecida que juntamente com seu pai, Benedito Lira, tem muitos envolvimentos em processos por irregularidades em âmbito estadual e federal, inclusive na operação Lava-Jato (Petrobrás). Basta uma rápida verificação no “google” para conhecer.

Em oposição a Lira o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia, lança o nome de Baleia Rossi (MDB – SP), figura não menos conhecida e controversa. 

Recentemente o Conselho Nacional dos Transportadores Rodoviários de Cargas – CNTRC publicou uma relação de deputados federais considerados “traidores da pátria” pelos caminhoneiros, na qual é incluído o nome de Rossi, como vemos no artigo a seguir :  

https://www.aepet.org.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/5640-caminhoneiros-fazem-lista-dos-traidores-da-patria

A lista é composta por deputados que costumeiramente votam contra os interesses nacionais e em defesa do capital estrangeiro. 

Entre um candidato e outro praticamente não existem diferenças. Qualquer que seja a escolha o Brasil e seu povo estarão desamparados. 

Me desculpem os incrédulos, mas na democracia brasileira a única opção que temos hoje é recorrer ao judiciário.

A cada dia assistimos a destruição de tudo que foi construído ao longo de décadas, sem qualquer reação. Ontem foi a Liquigás.

Se este (judiciário) também falhar, o melhor é procurar alguma nação independente onde nossos filhos e netos possam se desenvolver longe da colônia escravizada que se tornará o Brasil.

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TEMER TRAMA PRESIDIR NOVAMENTE A CÂMARA DOS DEPUTADOS

Nota deste correspondente: Piores do que Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre existem. Existem de sobra na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

O Rio das Pedras votou no Rodrigo Maia junto com o senador filho Zero 1 do Zero Zero presidente, o Flávio Bolsonaro. 

Pior do que Maia, o Baleia Rossi, deputado do Temer no golpe de 2016, hoje e sempre. 

O PT precisa ser muito safado para votar no candidato de Temer. Um candidato que divide com Arthur Lira os votos do BBB Brasil, as bancadas da Bíblia, do boi e da bala.

Comenta o Portal 247: "Caso o Brasil volte a ser uma democracia e os brasileiros recuperem seu direito de votar no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi suprimido da população pelas forças conservadores com sua prisão política, o que abriu espaço para um choque neoliberal na economia e para a ascensão do bolsonarismo no País, Lula poderá contar com o voto até de Jair Bolsonaro.

É o que informa Lauro Jardim, em sua coluna deste domingo, no jornal O Globo. Segundo o colunista, nenhum nome produz tanta ira em Bolsonaro quanto Doria. Dias atrás, quando o nome do governador paulista foi citado, Bolsonaro soltou uma frase surpreendente. 'Sou capaz de votar no Lula, mas não voto nesse João Doria de jeito nenhum".

Certo Bolsonaro. Traidor não merece voto. Com a Lava Jato, o Brasil passou a exaltar os delatores, os traidores. Doria tenta se afastar de Bolsonaro e faz duras críticas ao presidente -  CartaCapitalBriga Doria-Bolsonaro deixa obras sob impasse | Exame

Trégua: Bolsonaro e Doria trocam elogios durante reunião – Paraíba Master
27
Dez20

Até quando vamos tolerar esse genocida que nos governa?

Talis Andrade

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por Lauro Mattei

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Quando escrevo essas pequenas notas as famílias brasileiras estão celebrando o dia de Natal, data que nos remete ao amor à vida de todos. Particularmente para os cristãos significa o nascimento de Jesus Cristo, figura ímpar que em sua vida mostrou com seus ensinamentos, palavras e gestos o caminho do bem e do amor ao próximo

Hoje o país atingiu a marca de mais de 190 mil pessoas que perderam a vida para a pandemia provocada pelo novo coronavírus. Para além de um número absurdo, são famílias que estão sendo destruídas por uma doença que, no caso do Brasil, poderia ter tido outro destino, não fosse o menosprezo do atual presidente da república, um verdadeiro genocida que, desde o início da doença, a todo momento promove ações no sentido contrário a tudo o que é recomendado pela ciência, ou seja, que a melhor forma  para evitar essa escalada de mortes é promover os métodos que evitem a contaminação da população.

Não haveria espaço suficiente neste artigo para registrar todas essas atitudes presidenciais que ajudaram a provocar tanto óbitos em nosso país. Por isso, vou me restringir a apenas mais duas dessas ações, as quais ocorreram exatamente neste período natalino.

A primeira delas diz respeito às atitudes do presidente em seu descanso natalino entre os dias 19.12 e 23.12.20 em um forte militar na cidade de São Francisco do Sul, Santa Catarina, estado que no momento apresenta a terceira maior taxa de contaminação pela COVID-19 no país a cada 100 mil habitantes. Nesse período, além de provocar todos os dias aglomerações de pessoas sem os mínimos cuidados sanitários recomendados para se evitar o contágio da doença, o presidente voltou a atacar a vacinação da população ao afirmar que “eu já tomei a vacina chamada vírus”. Tal atitude, na verdade, sinaliza para população que esta deveria se contaminar para combater a doença. Tal gesto não deixa de ser mais uma ação criminosa do presidente da república em meio a uma pandemia que a cada dia ceifa centenas de vida de brasileiros. Na mesma direção voltou a afirmar no dia 24.12 que “não se responsabilizaria por nenhuma reação à vacina”, gesto que pode ser interpretado como uma forma de indução ao medo na população frente ao antídoto que deverá ser utilizado como única forma de combater a doença.

terrivelmente evangélico.jpg

 

 

A segunda delas diz respeito a um vídeo divulgado na noite de 24.12.20, antes mesmo de seu pronunciamento à nação. Além das baixarias costumeiras em relação ao governador de São Paulo taxando-o de “calcinha apertada”, o presidente mais uma vez ataca a medida do isolamento social como forma de prevenção à Covid-19, afirmando que “precisamos acabar com essa brincadeira de ficar todo mundo em casa”. Para tanto, sugeriu que o povo deveria fazer uma reunião armada para depor o atual governador. Segundo o negacionista, “o povo tem que estar armado porque a arma é a garantia de sua liberdade”. Tal atitude vai no sentido de combater as medidas adotadas em São Paulo para conter a contaminação da população durante as festividades natalinas e de ano novo.

Todas essas atitudes e gestos por parte da pessoa que hoje ocupa o cargo máximo do país significa uma afronta cotidiana a todo o ordenamento jurídico do país. No entanto, a hipocrisia nacional faz vistas grossas sob o bordão de que “as instituições estão funcionando regularmente”. Enquanto isso, uma parcela da população, sobretudo a expressiva camada mais vulnerável da sociedade, está sujeita a ter suas vidas ceifadas pela impunidade de seu presidente da república. Já está passando a hora de denunciar formalmente esse senhor aos tribunais internacionais para ser julgado por aquilo que ele de fato é neste momento: um genocida criminoso!

cruelmente evangélico.jpg

 

 

 

20
Dez20

Terrorismo judiciail: Nassif "juridicamente marcado para morrer"

Talis Andrade

censura eleitoral juiz TRE

Criou-se uma atmosfera em tudo semelhante à dos anos 70, quando muitos profissionais, marcados pela ditadura, eram obrigados a mergulhar, a buscar trabalhos de forma clandestina, para não serem esmagados pelas restrições impostas pela ditadura.

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