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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

27
Jan18

A censura partidária das empresas e o desemprego

Talis Andrade

Acontece no Espírito Santo

 

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Acontece no Brasil todo 

Vara no lombo do povo

 

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 É isso aí: ame-o ou deixe-o. 

 

Nada de protestar contra a reforma trabalhista.

 

Tem que esperar caladinho a reforma da previdência. 

 

Não se espantar jamais com os salários acima do teto permitido pela Constituição e mais auxílio moradia, auxílio educação, auxílio saúde, as ricas aposentadorias, as ricas pensões, inclusive para as filhas solteiras maiores de idade e virgens juramentadas das castas da justiça, do legislativo, do executivo - os marajás de sempre e as Marias Candelária.  

 

Tem que apoiar o golpe e votar nos candidatos indicados por Temer e o quadrilhão do PMDB na Câmara dos Deputados e seus partidos aliados, que tramaram e executaram a derrubada de Dilmar Rousseff.

 

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É aceitar agradecido o salário mínimo do mínimo, o desemprego e jamais fazer greve que atrapalha o trânsito, jamais ocupar escolas que é importante a ordem unida e o progresso da ponte para o futuro permitido pelo FMI. 

 

O trabalhador sempre perde. A ditadura militar de 1964 cassou a estabilidade no emprego.

 

O golpe de Temer rasgou de vez a CLT, terceirizou adoidado, jogou no lixo a carteira de trabalho, estabeleceu o estado mínimo idealizado pelos economistas com dupla nacionalidade, os Henriques Meirelles, os Armínios Fraga.

 

Agora é trabalhar feito escravo oito horas mais quatro de graça. 

 

estado mínimo terceirização desemprego salário

 

 

 

 

 

 

 

 

14
Dez17

No Brasil dos juízes entre os 1% mais ricos, as mulheres receberão os mesmos salários dos homens em 2047, e os negros equiparação de renda com brancos talvez em 2089

Talis Andrade

 

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Vista do Cristo Redentor e da favela Morro da Coroa, no Rio. MAURO PIMENTEL AFP

 

 

Quase 30% da renda do Brasil está nas mãos de apenas 1% dos habitantes do país, a maior concentração do tipo no mundo. É o que indica a Pesquisa Desigualdade Mundial 2018, coordenada, entre outros, pelo economista francês Thomas Piketty. O grupo, composto por centenas de estudiosos, disponibiliza nesta quinta-feira um banco de dados que permite comparar a evolução da desigualdade de renda no mundo nos últimos anos. Leia mais. Entre esses privilegiados, os funcionários públicos que recebem salários acima do permitido por Lei, como acontece, descaradamente, com juízes e desembargadores. 

 

Segundo os dados coletados pelo grupo de Piketty, os milionários brasileiros ficaram à frente dos milionários do Oriente Médio, que aparecem com 26,3% da renda da região.

 

Os super ricos (0,1% da população brasileira hoje) ganham em um mês o mesmo que uma pessoa que recebe um salário mínimo (937 reais) - cerca de 23% da população brasileira - ganharia trabalhando por 19 anos seguidos. Os dados também apontaram para a desigualdade de gênero e raça: mantida a tendência dos últimos 20 anos, mulheres ganharão o mesmo salário que homens em 2047, enquanto negros terão equiparação de renda com brancos somente em 2089. Leia mais 

 

As reformas trabalhista e da previdência de Temer e sua política de cortes adotada por Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, tendem a piorar as mais realistas previsões, transformando as principais cidades em declaradas zonas de guerra como já acontece no Rio de Janeiro, e a aumentar a tendência dos mais ricos residirem no exterior.

 

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04
Dez17

Escravistas, terroristas, autocratas, anti-semitas e colonialistas da França e Brasil

Talis Andrade

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Henrique Meirelles, ministro da Fazenda de Temer, um escravista. Inspirou, ajudou a redigir a reforma trabalhista de Michel Temer, que estabelece uma jornada de oito horas mais quatro extras de trabalho gratuito, e sempre defendeu o mínimo do mínimo como salário, aposentadoria e pensão para o povo em geral. Dupla nacionalidade, invertido colonialista considera o Brasil quintal do império. Capaz de dar que nem vaca nova. De oferecer, a preço de banana, as riquezas do Brasil. Por ser de sua natureza, de adestrado empregado de banco estadunidense, adepto da política de entregar as empresas estatais em leilões quermesses à Fernando Henrique. Coluna do meio, eleito deputado federal pelo PSDB renunciou o mandato para servir ao PT, como presidente do Branco Central. Presidente do conselho da JBS articulou o golpe de todo o poder ao PMDB. O impeachment de Dilma Rousseff foi tramado pelo presidente do diretório nacional do PMDB Romero Jucá, pelo presidente de honra do partido José Sarney, e votado pelo presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e pelo presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL).

 

Ciro ajudou a eleger o patrão governador, e Tasso Jereissati (PSDB), eleito em 1986, indicou Ciro como sucessor, em 1990. Em 1998, Ciro reelegeu Tasso para o segundo mandato. Esse troca-troca, vendido como combate ao coronelismo no Ceará. A dupla continuou com o jogo. Beni Veras (PSDB) foi governador de 2002 a 2003, Lúcio Alcântara (PSDB) de 2003 a 2007. O jogo não terminou, Ciro elegeu a esposa Patrícia Saboya e Tasso senadores, e o irmão CId governador desde 2007. Faz o mesmo nepotismo eleitoral de Bolsonaro, de Sérgio Cabral, de Sarney, de Fernando Bezerra Coelho, de Lobão, de César Maia & outros que elegem os filhos. Principalmente os senadores que indicam parentes como suplentes.

 

Bolsonaro, racista, homofóbico, anti-semita quando faz a apologia da ditadura nazi-fascista de 64, defensor de cruéis torturadores. Para lavar tanto sangue escolheu as águas do Rio Jordão para se batizar evangélico. Rancoroso antisemita foi Lutero. Protestantes e papas queimaram judeus e árabes como heréticos.O conceito de anti-semita equivale ao de anti-árabe. Para apagar a ascendência árabe de pai e mãe, Temer foi a Israel buscar um anônimo judeu para presidir o Banco Central, cargo tradicionalmente entregue a estrangeiros e dupla-nacionalidades.

 

Huck mexe seu caldeirão para fazer dinheiro para ele e os patrões irmãos Marinho. De Sérgio Cabral ganhou um pedaço de ilha para construir um afastado palácio, que o povo para ir lá tem que ser de navio ou helicóptero. É uma mistura de Doria com Faustão, outros dois candidatos a presidente de um Brasil acéfalo, com um slogan de um gerente para governar que elegeu, nas últimas eleições de 2016, várias nulidades como prefeito, legalizando e consolidando o golpe de Temer.

 

Marina Silva uma das três mal-amadas de Lula junto com Heloísa Helena, candidata derrotada à presidente, e Marta Suplicy, outra que ambiciona o cargo. Todas três só conseguiram ser vitoriosas pelo PT. Marina uma farsa. Jamais foi seringueira, empregada doméstica, nem teve todas as doenças das curas milagrosas que propaga. Embora seja verdade que desistiu de embarcar no avião que explodiu com Eduardo Campos. Para cada eleição que se candidata à presidenta funda um partido político. Sempre com a bandeira de madrinha da Amazônia bancada pelos exploradores de imensos latifúndios, inclusive o marido denunciado como traficante de madeira nobre.

 

Lula foi preso como terrorista pela ditadura militar de 64. Também acusado de anti-semita por ter dito, em uma entrevista quando operário, que admirava Hitler.

 

 

09
Nov17

Conselheiro de Joesley e Wesley e com offshores no Caribe Meirelles ambiciona ser presidente do Brasil

Talis Andrade

 

 

Pelo menos dois ministros do governo de Michel Temer são mencionados em um grande vazamento de informações do escritório de advocacia Appleby, especializado em empresas offshores. Além de Henrique Meirelles (Fazenda), há também informações sobre uma empresa ligada ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

 

Embora a prática seja legal, empresas offshore podem ser usadas também para cometer crimes, como sonegação de impostos, ocultação de patrimônio (no caso de pessoas que deixam de pagar dívidas) e evasão de divisas. Podem ser usadas também para criar "fundos paralelos" em empresas, possibilitando o pagamento de propinas sem que estas apareçam na contabilidade oficial da companhia. E ainda, para esconder dinheiro de origem ilícita.


Para o Ministério Público Federal, empresas offshores em países como Bahamas, as ilhas Cayman e Bermudas foram usadas pela empreiteira Odebrecht para viabilizar pagamentos a políticos, por exemplo.
"Propósitos de caridade"


Uma das offshores registradas em nome de Meirelles chama-se "The Sabedoria Trust". A documentação da empresa diz que foi estabelecida "a pedido de Henrique de Campos Meirelles, especificamente para propósitos de caridade", segundo um documento mencionado pelo Poder360.


"O objetivo é que, na eventualidade da morte (do ministro) os administradores do trust renunciarão aos seus direitos e apontarão novos beneficiários, cujos nomes estão indicados no testamento datado de 9 de dezembro de 2002", diz o texto.

 

O dispositivo sugere que a offshore de Meirelles foi criada para fins de sucessão - isto é, para facilitar e garantir a transmissão de uma herança após a morte do proprietário. É uma finalidade comum para o uso de offshores. A data de criação da offshore (23 de dezembro de 2009) coincide com a semana anterior à chegada dele ao Banco Central.

 

Vale acrescentar que no Brasil não existem os impostos de fortuna e herança.

 

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Meirelles também aparece nos arquivos vazados da Appleby relacionado a outra offshore, chamada "Boston - Administração e Empreendimentos Ltda". Esta última foi criada em 1990 e encerrada em 2004. Na década de 1990, Meirelles chegou ao posto máximo no Bank of Boston, dos EUA, cargo que ocupou entre 1996 e 1999.

 

Blairo Maggi


O ministro da Agricultura aparece relacionado a uma offshore chamada Ammagi & LD Commodities SA. De acordo com os registros da Appleby, o ministro da Agricultura é diretor da offshore, junto com outros familiares.
A empresa tem o mesmo nome de uma empresa registrada no Brasil, da qual a empresa da família Maggi é sócia. Trata-se de uma joint venture entre os Maggi e o grupo multinacional de origem holandesa Louis Dreyfus Company, especializado na produção e comercialização de matérias primas, principalmente grãos.
A joint venture brasileira é a controladora da offshore em Cayman.

 

Maggi - que já foi governador de Mato Grosso (de 2003 a 2010), é senador licenciado pelo PP, cargo para o qual foi eleito em 2010. A empresa da família chegou a ser a maior produtora mundial de soja, nos anos 1990 e começo dos 2000. Em 2014, a revista Forbes publicou que Blairo Maggi era o segundo político mais rico do país, com uma fortuna estimada em R$ 960 milhões, pela mesma revista.


Segundo o Poder360, a Louis Dreyfus Company e a empresa dos Maggi firmaram uma parceria em 2009 com o objetivo de atuar no mercado de grãos na Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins. O objetivo seria a exportação.

 

Meirelles presidente conselheiro das empresas de Joesley e Wesley Batista


  

Henrique Meirelles contratou a Appleby para criar suas offshores, com dez escritórios espalhados pelo globo, e cerca de 200 avogados para atender os clientes.

 

Não há como Merelles negar. Ao todo, participaram da reportagem 382 jornalistas de 67 países, atuando em 96 veículos de mídia. A BBC participou das investigações por meio do programa Panorama, do canal de TV britânico BBC One. Transcrevi trechos escritos por André Shalders. A imprensa brasileira esconde o escândalo. Henrique Meirelles é um dupla nacionalidade jamais investigado. De 2012 a 2016, foi presidente do Conselho de Administração da J&F Investimentos. É também membro do Conselho de Administração da Azul Linhas Aéreas Brasileiras de David Neeleman.

 

 

J&F Investimentos é uma holding brasileira pertencente a família Batista - os irmãos Joesley e Wesley Batista, atualmente presos na sede da Polícia Federal em São Paulo, na zona oeste da capital paulista -,  e que controla empresas como a JBS, Eldorado Celulose e outras. Todos os diretores chefiados por Meirelles foram investigados pela Lava Jato, e presos. Henrique Meireles, o presidente, passou ao largo sempre navegando águas tranquilas. 

 

Em 31 de maio de 2017, o grupo J&F aceitou pagar o valor de R$ 10,3 bilhões num prazo de 25 anos, no maior acordo de leniência já firmado no mundo, junto ao Ministério Público Federal (MPF). A empresa irá detalhar fatos investigados em cinco operações da polícia federal na qual vinha sendo investigada: Greenfield, Sépsis, Cui Bono, Carne Fraca e Bullish. O pagamento será iniciado em dezembro, e terá o prazo de 25 anos. Nesse período, os valores serão corrigidos pela inflação, o que, segundo o MPF, pode elevar o total para R$ 20 bilhões. Toda a multa ficará no Brasil. Os R$ 10,3 bilhões correspondem à 5,62% do faturamento da J&F em 2016. 

 

Em junho, o grupo anunciou a venda de ativos na Argentina, Paraguai e Uruguai para a rival Minerva, para reduzir seu endividamento e levantar recursos. A JBS também informou a realização de um programa de desinvestimentos na ordem de R$ 6 bilhões. 

 

Jornal de hoje:

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  Tem "orientador azarado". Que a sorte fica para o presidente conselheiro da J&F Henrique Meirelles.

 

Meirelles recebia um ordenado pra lá dos cem mil como presidente conselhereiro. Deixou os irmãos Batista - dizem que indicado por eles - para ser ministro da Fazenda do governo golpista de Temer, e receber um salário três vezes menor.

 

Sergio Moro investigou todos os ministros de Lula, e esqueceu o principal, o do dinheiro, Henrique Meirelles presidente do Banco Central.

 

E assim solto, Meirelles presidente da J&F ambiciona ser presidente do Brasil. 

 

 

23
Out17

I - Pequenas biografias de riquezas repentinas, Armínio Fraga

Talis Andrade

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Armínio, o Fraga, um clone de Henrique Meire les.

 

 

Fraga colocou o duplo dele na presidência do Banco Central. Um desconhecido cidadão de Israel, Ilan Goldfajn, que saiu de Haifa onde nasceu, direto para o Brasil de Michel Temer, o pequeno ditador vassalo e entreguista.

 

Fraga vale em ruindade dois indivíduos como Dória e Huck, que são duas barras da pesada.
Tudo uma questão de aceitar que a maldade tem medida.

E peso.

 

Fraga é tão ruim. Que avalia o Brasil pagar um salário mínimo alto demais para as posses das multinacionais, para a ganância dos piratas, inclusive dos agiotas banqueiros.

 

Fraga tem cara de pamonha, mas é mais sabido, mais ardiloso, mais sacana que uma legião de demônios.

 

Ninguém sabe como ficou rico assim de repente. De empregado de um terrorista internacional, de olheiro do especulador George Soros, a bilionário.


De bancário, que era, virou banqueiro.
Talvez a passagem pela presidência do Banco Central, nos tempos de Fernando Henrique presidente do Brasil, explique.

 

Quicá.

 

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04
Out17

Salário mínimo do brasileiro hoje: 252 euros ou 296 dólares

Talis Andrade

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Hoje, salário mínimo compra mais

do que há um ano, diz Meireles

 

Men

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ro

so

 

Mentiroso

 

Cada vez compro menos.

O ministro da Fazenda Henrique Meirelles é um mentiroso mei reles

ou todo reles.

 

937 reais, o salário mínimo hoje.

Ou 252 euros.

Ou apenas 296 dólares.

 

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O trabalhador recebe um salário de fome. O Brasil paga o salário mais mínimo do mundo.

E uma humilhante aposentadoria que não paga o caixão de defunto. Que o brasileiro se aposenta quando está com o pé na cova. Depois dos 70 anos. 

 

 

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12
Set17

Até onde a prisão de Joesley salva Temer e lava a honra de ministros do STF? A conspiração para eleger Meirelles presidente

Talis Andrade

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                                                                                          Charge Amarildo 

 

 

A prisão de Joesley decretada por Edson Fachin era do interesse de ministros da suprema justiça e de Michel Temer.

 

Temer foi apontado por Joesley como chefe de uma quadrilha. E ministros do STF são extra oficialmente citados, o que teria revoltado a ministra Carmen Lúcia, que gravou o seguinte pronunciamento para a imprensa:

 

“Ontem, o procurador-geral da República veio a público relatar fatos que ele considerou gravíssimos e que envolveriam este Supremo Tribunal Federal e seus integrantes. Agride-se, de maneira inédita na história do país, a dignidade institucional deste Supremo Tribunal Federal e a honorabilidade de seus integrantes.

 

Impõe-se, pois, com transparência absoluta, urgência, prioridade e presteza a apuração clara, profunda e definitiva das alegações, em respeito ao direito dos cidadãos brasileiros a um Judiciário honrado.

 

Enviei agora ao diretor-geral da Polícia Federal e ao procurador-geral da República ofícios exigindo a investigação imediata, com definição de datas para início e conclusão dos trabalhos a serem apresentados, com absoluta clareza, a este Supremo Tribunal Federal e à sociedade brasileira, a fim de que não fique qualquer sombra de dúvida sobre a dignidade deste Supremo Tribunal Federal e a honorabilidade de seus integrantes.”

 

Até agora não se sabe com clareza o que disse o procurador-geral nem o que causou a indignação de Carmen Lúcia. Ou se tudo não passa de mais uma trama bem sucedida de Temer para desqualificar e enterrar para todo sempre a delação premiada de Joesley que, para não ser caçado como fugitivo da lei, preferiu se entregar.

 

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A prisão de Joesley salva Temer de um contra-golpe que lhe derrubaria da presidência.

 

Para suceder Temer já existiria articulada a candidatura do direitista Henrique Meireles, um dupla nacionalidade ex-bancário de banqueiros estadunidenses, curiosamente ex-empregado de luxo de Joesley, atual ministro da Fazenda de Temer, e renunciou o mandato de deputado federal do PSDB de Fernando Henrique, para ser presidente do Banco Central de Lula. Mei reles seria eleito indiretamente pelo Congresso.

 

Carmen Lúcia também estaria no páreo. A presidente do TST é o terceiro nome na linha sucessória.

 

Mas o jogo ainda não terminou. Muita água suja ainda vai rolar, e tudo pode acontecer em nossa república bananeira.

 

 

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02
Ago17

Precisamos falar sobre Henrique Meirelles

Talis Andrade

por Aristóteles Cardona Júnior

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Meirelles e Temer, por Amarildo Lima 

 

 

Passado este período de pouco mais de 1 ano de consolidação do golpe que derrubou a presidenta Dilma Roussef, a ficha, como se diz popularmente, parece seguir caindo para grande parte da população. Hoje é muito difícil encontrar pessoas que defendam o governo de Temer ou até mesmo que achem que as coisas melhoraram desde a queda da Presidenta Dilma. É o que atestam todas as últimas pesquisas. Uma das mais recentes deixa claro que um governo nunca foi tão mal avaliado desde Sarney.

 

No meio deste rolo todo, alguns nomes já estão bastante rejeitados. É o exemplo do próprio Michel Temer. Outro grande exemplo é o de Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara e que segue preso. Mas há outros tantos nomes que precisam vir à tona. E um deles certamente é o de Henrique Meirelles, Ministro da Fazenda do governo golpista.

 

Meirelles é um dos principais responsáveis por vender “um produto” que não conseguiu entregar. Qual produto? O Produto da recuperação econômica. A tese deste pessoal é de que num cenário de dificuldade financeira, a solução passa por aumentar o arrocho, diminuir empregos, retirar direitos e por aí vai. Mas a verdade é que este tipo de pacote não resolve problemas. A história do Brasil mostra isso. Não precisa nem ser economista para saber.

 

Mais do que isso, o Governo Temer não apenas afunda ainda mais a economia do país, como mente descaradamente para a população. É possível verificar isso com a mudança do discurso do Ministro com relação ao aumento de impostos.

 

Há declarações suas no final de 2016 garantindo que não haveria aumento de impostos. Poucos meses depois, por volta de março de 2017, o ministro fala que se houver aumento de impostos, deverá ser temporário. Até que nas últimas semanas o discurso muda novamente e eles não escondem mais o aumento dos impostos. O mais recente foi o aumento que incide na gasolina. Tal aumento já representa o maior no preço do combustível dos últimos 13 anos. E certamente isso se refletirá em breve nos transportes públicos, na alimentação, etc.

 

Não bastaram poucos meses e o discurso se inverteu completamente. Enquanto isso, a economia segue afundando. Quais serão os próximos ataques à classe trabalhadora? Em que o momento o peso deixará de estar apenas em cima da população mais pobre? Não precisamos de Michel Temer ou de Henrique Meirelles. O povo não pode seguir pagando a conta.

 

 

 

28
Jun17

Jesus nunca usou a palavra pecado

Talis Andrade

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Jesus usava a palavra certa. Crime. Chamar um crime de pecado é querer suavizar,  camuflar, esconder um ato profundamente corrupto, repugnante, imundo, horrendo, indiscutivelmente nojento, segundo os padrões da moral vigente.

 

Sou pela volta dos pecados capitais, e assim sendo favorável à reforma trabalhista, pela felicidade do povo em geral.

 

Os crimes praticados contra o trabalhador começaram com o primeiro ato institucional da ditadura militar de 64, quando foi cassada a estabilidade no emprego. E o rasga da CLT continuou nos chamados governos democráticos de Fernando Henrique, criando os pejotas, a terceirização perpetrada por Joaquim Levy ministro de Dilma Rousseff, indicado pelo Bradesco.

 

O Henrique Meireles, que continua a política econômica adotada por Roberto Campos e Delfim Neto, é o mesmo Mei reles ou todo reles presidente do Banco Central nos tempos de Lula.

 

Pretender tirar todos os direitos trabalhistas não é reforma. Nunca foi.

A reforma costuma ser uma iniciativa ou um projecto que procura implantar uma inovação, uma melhoria nalgum sistema.

A reforma pretendida por Michel Temer, como chefe da Orcrim, visa beneficiar o patronato, as empresas multinacionais do império capitalista, os banqueiros agiotas conforme os ditames do FMI.

 

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OS PECADOS CAPITAIS DO SÉCULO XXI

 

Não vou citar o atual Papa Francisco, que a direita condena como "comunista" e "ateu". E sim um Papa chamado de "nazista", Bento XVI, alemão de nascença, e que pertenceu à juventude de Hitler, e combateu contra os Aliados na Segunda Grande Guerra.

Pontificou Bento que os humanos desenvolveram sete pecados capitais modernos. Eles são:

 

Pressa: Uma pessoa apressada não tem tempo para Deus.

Pela carga horária desejada por Temer, o trabalhador não tem tempo para descanso, para dedicar à família, o que explica o atual abandono de crianças e adolescentes, o que motiva suicídios.

Fica desmoralizada a invenção da lenda da baleia azul, existente apenas nos países em crise no Terceiro Mundo. A baleia azul assume os crimes do governo e outros.

 

Para Bento XVI, outro pecado capital Causar Pobreza: Retirar dinheiro dos outros por avareza. Prática comum da agiotagem bancária, dos prestamistas, do roubo do empréstimo consignado para funcionários públicos, que cobra os impagáveis

juros sobre juros, tal como acontece com a dívida externa do Brasil.

  

Também constitui pecado capital Ser muito rico: Causa desigualdade social, o que é inaceitável, pois todos são iguais perante Deus.

 

E causar Injustiça Social: Nada mais injusto que o nababesco, principesco salário acima do teto constitucional em um país que paga o salário mínimo do mínimo, e as existências de duas justiças, de duas polícias.

 

Existem mais dois pecados capitais:

Interferir no Meio Ambiente: Adicionar imperfeições na Criação de Deus. Permitir a multiplicação das favelas. Mil e cem favelas na Capital Rio de Janeiro. Mais de duas mil na Capital São Paulo. Nada mais absurdo que a construção de moradias indignas, principalmente em áreas de risco.

 

Interferir no próprio corpo: Usar drogas como acontece com as prostitutas infantis. Que entorpecem o corpo para suportar de oito a dez estupros diários. As vaginas pequenas e estreitas sangram. O sexo das meninas uma dolorida, uma ferida aberta.

 

O tráfico de órgãos rende bilhões. Vender parte do corpo `a medicina de vanguarda passou a ser um meio de vida ou morte.

 

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