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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

16
Dez17

A ponte sem futuro do cerco das universidades e do entreguismo da Amazônia, dos rios, das barragens, das hidroelétricas, das mineradoras e o holocausto das nações indígenas

Talis Andrade

Senador José Porfírio, Pará, Amazônia: altíssimo risco


Um projeto que pode ser mais destruidor do que Belo Monte está em disputa no Xingu e os brasileiros não estão nem aí

 

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A Usina Hidrelétrica de Belo Monte. RODRIGO STUCKERT

 

 

por Eliane Brum

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O município de Senador José Porfírio é sede do maior projeto de mineração de ouro a céu aberto, proposto por uma corporação canadense, a Belo Sun. É liderado por um prefeito do PSDB, Dirceu Biancardi, que em 29 de novembro trancou professores, alunos e convidados dentro de um auditório da Universidade Federal do Pará, em Belém, impedindo o debate acadêmico e transformando o lugar em palanque para defender a mineradora canadense. De 2013 a 2017, o desmatamento no município aumentou mais de 500%. Parte deste aumento é atribuído por analistas a outro megaempreendimento: a hidrelétrica de Belo Monte. E, para completar este quadro, a atual secretária do Meio Ambiente do município, Zelma Campos, está ameaçada de morte.


A disputa em torno de Belo Sun deveria estar no centro do debate público no Brasil. Mas não está. O que acontece na Amazônia tem efeitos no clima do país e do planeta, mas a Amazônia segue longe demais. Como tão poucos se importam, os violentos se sentem à vontade para agir violentamente, quem discorda é repelido ou mesmo ameaçado e a tensão tornou-se um estado permanente na região.

 

O que acontece hoje na área que a mineradora Belo Sun quer se instalar e no município de José Porfírio é o retrato de um cotidiano de exceção que vai estendendo raízes cada vez mais longas, a ponto de um prefeito do qual a maioria do Brasil nunca ouvira falar interditar o debate de uma universidade federal na capital do Pará. E também um país em que outras cisões, cuidadosamente articuladas, estão em curso.

 

O momento é grave e os brasileiros, do sul ao norte, precisam compreender algo que deveria ser ensinado nas escolas: na Amazônia, acontece primeiro.

 

Hoje, Belo Monte converteu-se numa obra ligada à corrupção, à violência contra os povos da floresta e à devastação da Amazônia. Altamira, a principal afetada pela construção da barragem, tornou-se a cidade (com mais de 100 mil habitantes) mais violenta do Brasil. À Belo Monte já está colado um significado negativo. Mas enquanto ela foi construída, os que denunciavam os acordos e as violações eram chamados de “inimigos do progresso” e a maior parte da população brasileira ou defendeu a hidrelétrica ou se omitiu.

 

O agravante é que a história se repete num governo dominado pelos que se chamam de “ruralistas”, fiadores de um presidente denunciado duas vezes e salvo duas vezes por um Congresso corrupto. Se os atos de exceção têm se repetido no centro-sul do país, é possível alcançar o tamanho da desenvoltura de grileiros e desmatadores na região amazônica.

 

Sobre Belo Monte, ainda se podia alegar que era uma obra para produzir um bem público – energia –, embora já estava bastante claro que o objetivo principal era outro.

 

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Dirceu Biancardi (PSDB), prefeito de Senador José Porfírio, afirma aos povos indígenas, na audiência pública para debater Belo Sun: "Eu considero vocês seres humanos igual eu". Igual ao torturador major Curió LILO CLARETO

 

[Transcrevi trechos iniciais da reportagem. Leia com a perdida brasilidade. O golpista Dirceu Biancardi simboliza a Polícia Federal que cerca as universidades e promove o suicídio de um reitor.

 

Belo Sun, uma nova versão do coronel Curió, tortuturador e assassino da ditadura militar, prefeito do garimpo da pelada Serra Pelada, cujo ouro foi transportado de avião. Ouro que pegou o mesmo sumiço dos que defenderam Belo Monte, neste instante que Michel Temer promove os leilões quermesses de todas as hidroelétricas.

 

O entreguismo das hidroelétricas significa a posse estrangeira de rios e represas. 

 

 

 

 

19
Nov17

A escola sem partido do analfabeto político

Talis Andrade

Procure entender porque tiraram a obrigatoriedade do ensino de História nas escolas. Porque o brasileiro começa a votar aos 16 anos

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Importante que tudo continue como dantes no quartel de Abrantes. Que o eleitor permaneça um analfabeto político. Razão de ser da Campanha Escola sem Partido. Também não se ensina mais Geografia. O povo desconhece quantos aquíferos entesoura o Brasil. Nem sabe o que é aquífero. E assim, sem protestos, o presidente Temer anuncia que vai vender os quatros maiores aquíferos do planeta. Basta um deles, para abastecer as populações de todos os países, por mais de um século. Outro exemplo esclarecedor. A imprensa espalha que o Brasil, curiosamente, não possui quase nenhuma ilha no seu litoral de 7.367 km, banhado pelo oceano Atlântico. Esse contorno da costa aumenta para 9.200 km se forem consideradas as saliências e reentrâncias do litoral onde se alternam dunas, falésias, praias, mangues, recifes, baías, restingas, estuários e recifes de corais. A Constituição proíbe praias particulares, e as construtoras anunciam praias transformadas em condomínios fechados. Na cidade do Dicionário Amoroso de Urariano Mota, a especulação imobiliária dos grileiros vem aterrando mangues para construir shoppings e altas torres residenciais para turistas. O Brasil não tem mar de água salgada, mas define suas ilhas em oceânicas, marítimas e fluviais, propriedades da União entregues, por outorgas, a particulares. Ninguém sabe quantas ilhas, e sim que são revendidas, repassadas de bilionários para bilionários, uma corrupção jamais investigada.

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O general Mourão faz propaganda de uma intervenção militar, e promete a venda da Amazônia. Que tem latifúndios e mais latifúndios entregues à lavoura de exportação que derruba florestas e mais florestas com o tráfico de madeira nobre. Sim, tem minas, para pronta entrega, de ouro, de diamantes, de raros minérios como o nióbio. Sim, tem ilhas para vender. Não se sabe quantas. Porque apenas os países que possuem satélites artificiais conhecem a geografia do Brasil.

19
Nov17

Como vai a saúde de Temer no Brasil mais morto?

Talis Andrade

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Depois de operado, o presidente Michel Temer anda desaparecido. A saúde de um presidente é notícia nacional. Ou internacional, dependendo da importância do país ou celebridade do nome. Depois que foi internado às pressas no Hospital Militar de Brasília, e levado para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, a imprensa informou no final da noite da sexta-feira 27 de outubro, que o presidente foi submetido a uma "ressecção da próstata, cirurgia urológica para desobstrução do canal uretal". De acordo com a nota, "a intervenção transcorreu sem intercorrências" e o presidente se recupera em uma unidade de terapia semi-intensiva. Depois o silêncio. Apenas os chargistas registram o vigor físico presidencial. No mais, as notícia da morte do Brasil e de um Temer mais do que vivo: entrega dos aquíferos, venda do Pré-Sal, da Petrobras, dos bancos oficiais, das hidroelétricas, da Amazônia, um fim de feira de um governo terminal.

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No dia 11 de outubro último, O Globo noticiou que Temer está com uma obstrução parcial em uma artéria coronária

15
Nov17

Propaganda mentirosa de Temer: vender hidroelétricas baixa preço de luz e água

Talis Andrade

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Para preparar um clima favorável à venda a preço de banana das hidroelétricas, o governo vassalo de Michel Temer vem realizando o terrorismo dos apagões parciais em bairros, e totais em cidades e regiões do Brasil. Ontem foi a vez do Espírito Santo.

 

Um apagão na rede elétrica afetou vários municípios da região Sul e Serrana do Espírito Santo, no final da tarde. O serviço foi interrompido por volta das 17h50 nos municípios de Cachoeiro de Itapemirim, Guaçuí, Mimoso do Sul, Atílio Vivácqua, Alegre, Venda Nova do Imigrante, Conceição do Castelo, Jerônimo Monteiro, Vargem Alta, Ibitirama, Muqui, Bom Jesus do Norte, São José do Calçado e Rio Novo do Sul.

 

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O apagado Temer, o presidente apagão

 

 

Hoje teve apagão. Falta saber onde. Amanhã vai ter com certeza. E assim até à hora do governo quinta-coluna bater o martelo dos leilões fajutas das hidroelétricas, o que representa a entrega dos rios.

 

Quem tem as hidroelétricas, controla as represas, o volume das águas que abastecem várias capitais, cidades e vilas desse imenso Brasil que está virando um quintal. Em tempo de seca, considera o lucro das estatais com o comércio de água engarrafada.

 

O governo gasta bilhões para divulgar a publicidade enganosa de que privatizar a energia será a garantia de que vai baixar o preço da conta de luz.

 

Em tempo de seca, crescem as vendas de bebidas frias e de água engarrafada, aumentando o lucro das empresas multinacionais que dominam, que cartelizam o mercado.

 

É um governo dependente, safado e mentiroso. A desnacionalização das hidroelétricas será duplamente prejudicial para o bolso do povo em geral. Vai disparar  o preço da luz. E o preço da água.   

 

O Brasil está todo entregue a bandidos.

 

Sem razão para existir, será fechado um ministério: o Sem Minas e Sem Energia.

 

 

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07
Nov17

A propaganda enganosa de "frear alta na conta de luz" se o Brasil entregar todas as hidroelétricas aos estrangeiros

Talis Andrade

Privatização no Brasil rima com corrupção.

 

Fernando Henrique presidente promoveu a venda de 70 por cento das estatais. Até para fazer sexo, Fernando Henrique realizou leilões quermesses. Conta Laerte Braga:

 

"Quando viu Edma Frade pela primeira vez, em Belo Horizonte, FHC se encantou com a mulher do jornalista Wilson Frade, um dos mais importantes de Minas à época. Uma dessas belezas que chamam a atenção, o ex-presidente logo se apaixonou. E partiu para cima. Edma não se fez de rogada e aceitou a corte de FHC. O casal começou os encontros não tão furtivos assim no Palácio das Mangabeiras, sob as bênçãos do governador do estado, Eduardo Azeredo. Até aí nada de novo no front. Ocorre que Edma era lobista da Andrade Gutierrez, que ao lado das empresas da família Jereissati e da Telefónica Espanhola, concorriam no processo de privatização da TELEMIG".

 

Vale perguntar, de que poço sem fundo FHC tirou o dinheiro para comprar apartamentos de luxo, para a amante jornalista da TV Globo, em Barcelona, para a atual companheira em São Paulo, para um segundo apartamento em São Paulo onde reside, além do apartamento em Paris, uma fazenda em São Paulo com um aeroporto clandestino? Outros bens foram adquiridos, que os filhos vivem principescamente.

 

O entreguismo no Brasil é tão descarado que se combate o nacionalismo, que passou a ser confundido com xenofobia.

 

Os traidores da Pátria falam sem pejo em vender a Amazônia, os aquíferos, a Eletrobrás, a estatal das hidroelétricas, o que significa, também, a entrega dos rios brasileiros à pirataria internacional.

 

Os interessados nas riquezas do Brasil financiaram o golpe do pigmeu Michel Temer do quadrilhão do PMDB na Câmara dos Deputados, que fazia dupla com o ladrão Eduardo Cunha.

 

Veja a propaganda enganosa, para vender a Eletrobrás, de um jornal safado, antipatriota, quinta-coluna.

 

O descaramento da promessa mentirosa

 

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23
Out17

I - Pequenas biografias de riquezas repentinas, Armínio Fraga

Talis Andrade

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Armínio, o Fraga, um clone de Henrique Meire les.

 

 

Fraga colocou o duplo dele na presidência do Banco Central. Um desconhecido cidadão de Israel, Ilan Goldfajn, que saiu de Haifa onde nasceu, direto para o Brasil de Michel Temer, o pequeno ditador vassalo e entreguista.

 

Fraga vale em ruindade dois indivíduos como Dória e Huck, que são duas barras da pesada.
Tudo uma questão de aceitar que a maldade tem medida.

E peso.

 

Fraga é tão ruim. Que avalia o Brasil pagar um salário mínimo alto demais para as posses das multinacionais, para a ganância dos piratas, inclusive dos agiotas banqueiros.

 

Fraga tem cara de pamonha, mas é mais sabido, mais ardiloso, mais sacana que uma legião de demônios.

 

Ninguém sabe como ficou rico assim de repente. De empregado de um terrorista internacional, de olheiro do especulador George Soros, a bilionário.


De bancário, que era, virou banqueiro.
Talvez a passagem pela presidência do Banco Central, nos tempos de Fernando Henrique presidente do Brasil, explique.

 

Quicá.

 

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22
Out17

Quanto custa o Vale do Rio Mais do Que Doce da riqueza encantada de Fernando Henrique?

Talis Andrade

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Fernando Henrique Cardoso comprou apartamento em Paris para uma vida de luxo e luxúria.
Comprou apartamento em Barcelona para a amante jornalista da TV Globo
Comprou apartamento em São Paulo para a atual companheira.
Comprou apartamento em São Paulo para a primeira esposa.
Comprou fazenda com aeroporto clandestino.
Comprou casa para a empregada doméstica, com quem teve um filho, fruto de assédio sexual, costume de patrão metido a branco que escraviza a negrinha bonita na cama.
Repassou palacetes para os filhos do primeiro casamento, todos com divícias escondidas, protegidos pelos sigilos fiscais e bancários, e a rendosa facilidade de não existir os impostos de fortuna e herança. 


FHC presidiu oito anos de leilões nas estatais. Entregou mais de setenta por cento das empresas públicas, em leilões quermesses, tudo a preço de banana, de fim de feira.

 

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Fatiou a Petrobras em várias empresas para negociar às escondidas, e ficou o Brasil com apenas uma parte esquartejada, com mais de 70 por cento das ações vendidas na bolsa de Nova Iorque.

Essa parte que ficou, apenas esse resto que ficou, e só nos tempos pós-FHC, vem sendo alvo da Operação Lava Jato de Sergio Moro.

Para se ter uma idéia da riqueza roubada, a Petrobras mutilada, empresa de economia mista, está classificada como a quarta maior empresa petroleira do planeta.

E antes, quando inteiriça?

Acrescente cinco leilões no Pré-Sal. 

 

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                                               Ilustração Julian Pena - PAI 

 


A Terra só será habitada enquanto existir aquíferos. Os maiores estão no Brasil.

O Guarani, no Sul, Michel Temer anunciou a venda.

Recentemente foram descobertos dois aquíferos na Amazônia. Um deles, o Solimões, o mais imenso.

 

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Incrivelmente, existe no Brasil, entre os que pedem intervenção militar, a campanha de venda da Amazônia.

 

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A Vale do Rio Doce, que vale trilhões e trilhões, a maior empresa mineradora do mundo, foi doada por dois bilhões. Foi o maior roubo da História da Humanidade em todos os tempos.

Dois bilhões não pagariam, na época do entreguismo, os portos com os navios, as ferrovias com os trens de carga, os aeroportos com os jatinhos, além dos prédios de propriedade da Vale no Brasil e no exterior.


Impossível colocar preço nas valiosas terras da Vale em vários estados brasileiros. Principalmente nos latifúndios na Amazônia, florestas e mais florestas.


Quanto renderam os minérios já explorados? Quanto vale os minérios a explorar? Principalmente minérios estratégicos, para a segurança nacional. Minérios atômicos. Minérios para as futuras revoluções industriais, para os novos inventos apenas imaginados na ficção científica, para as conquistas espaciais, para as futuras guerras nas estrelas.

Minérios que só existem no Brasil, a exemplo do nióbio.
A Vale também é rica em minas de ouro. Em minas de diamantes.

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Ferro Carajás, a maior mina de ferro em exploração no planeta. LUNAE PARRACHO/REUTERS

 

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 Edifício sede da Vale não valeu um tostão furado 

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No "privatizar" o Brasil, FHC não levou nada. Não levou nada.
Fez tudo por amor.
Amor pelo Brasil não foi.

 

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16
Out17

O Brasil rico em água sofre racionamento

Talis Andrade

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 Bonito, Brasil. Graças à alta concentração de calcário subterrâneo, que atua como um filtro natural, os rios que cercam o município de Bonito são excecionalmente claros e vivamente azuis. O Rio da Prata é um dos mais dramanticamente azuis da região e é popular entre os snorkelers, graças à clareza da água e abundante vida marinha. Este trecho transcrevi do Tripadvisor/ Sapo/ Portugal. Tais fotos e informações, no Brasil, são segredos de estado. Segredo de justiça.  

 

Existem vários municípios com a riqueza de Bonito e a beleza do azul das águas e do verde das florestas e matas e bosques e planícies.

 

Existe um Brasil que a imprensa nacional esconde dos brasileiros.
Um exuberante e lindo Brasil encoberto, que está sendo entregue aos piratas estrangeiros.


O Brasil da Amazônia - do Rio Amazonas, do Mar Doce e outros rios, dos maiores aquíferos do mundo, de cachoeiras inclusive desconhecidas - outorgado, doado, repassado como concessão ou vendido a preço de banana, para abater na jamais auditada e impagável dívida externa.


Hoje Brasília amanhece com racionamento de água.

 

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No Sul, o Brasil tem o segundo maior aquífero do mundo, o Guarani, e Temer  prometeu vender o que não tem preço. Consequência imediata: Milhares de cidades beneficiadas pela riqueza natural do Guarani sofrem racionamento de água.

 

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No Nordeste, pararam as obras de transposição do Rio São Francisco.


Que ironia, que tristeza, que traição! o Brasil rico em água oferece água engarrafada para o povo beber.

 

Água para comprar em garrafas de plástico. Ou garrafões também de plástico. Água na torneira apenas em filmes estrangeiros.


Sobram lugares que um litro de água custa mais caro do que um litro de gasolina ou mais caro que um litro de suco de frutas.


Um entreguismo tão avassalador, desmoralizante, que a água que o brasileiro bebe é engarrafada por empresas estrangeiras.

 

 

 

10
Out17

O beijo de Judas, a entrega da base espacial de Alcântara no Maranhão

Talis Andrade

 

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 Brasil investiu invisíveis bilhões em Alcântara, base secreta para os brasileiros e aberta para os piratas que não mais precisam espionar

 

 

 

 

 

por Fernando Rosa

 

 

Nos próximos dias, Temer deverá entregar as chaves da base espacial de Alcântara, no Maranhão, para os patrocinadores do golpe de Estado no país. O acordo envolvendo a base, dizem, já está acertado com os Estados Unidos, nas condições deles, consolidando um vergonhoso gesto de traição aos interesses nacionais. Nos anos noventa, com Fernando Henrique Cardoso, um acordo barrado no Congresso Nacional chegava ao extremo de impedir o acesso de brasileiros às dependências da base.

Em novembro, depois de privatizar o “espaço sideral” nacional, e comprometendo ainda mais a Defesa Nacional, o governo patrocinará exercícios militares com participação dos EUA na Amazônia. Com explícito interesse nesse tema, depois de quase um ano sem dar bola para os golpistas, Trump recebeu Temer e os presidentes da Colômbia e do Peru, em jantar na Casa Branca. Não por acaso, os dois países vizinhos participam das manobras conjuntas na região amazônica.

Sob o disfarce de “exercícios humanitários”, os EUA avançam no plano de implantação de bases militares na Amazônia, assim como já fez no Peru. Mais do que mirar na Venezuela e suas reservas de petróleo, a ação aposta em ocupar militarmente o Brasil e a América do Sul, comprometendo a soberania dos países sobre a região. À medida, soma-se ao corte de verbas orçamentárias que reduziu à metade o efetivo do Exército Nacional nas fronteiras do país.

Em artigo recente, o ex-chanceler Celso Amorim questionou o objetivo das manobras militares e o que elas implicarão na prática. “A presença de forças extrarregionais, entendidas como não sul-americanas, em exercícios militares sempre foi vista com bem fundamentada cautela, se não mesmo desconfiança, por nossas Forças Armadas”, disse ele. Amorim lembra ainda que “o Brasil, em diversos governos, sempre foi muito prudente nesse particular”.

A cautela, no entanto, parece ter sido abandonada pelo general Sérgio Etchegoyen, rendido à ultrapassada tese do falido mundo unipolar sob comando dos EUA. Nos anos setenta, defendendo a abertura de relações com a China, o então presidente General Ernesto Geisel já questionava a ideia da submissão unilateral aos norte-americanos. Em resposta aos militares da linha-dura, Geisel respondeu perguntando se pretendiam tornar o Brasil uma colônia dos Estados Unidos.

Ao contrário das pretensões golpistas, o Brasil precisa afirmar-se com soberania para cumprir com sua vocação de grande potência, como definiu o general Villas Bôas. Isso não se faz comprometendo o território nacional, as nossas fronteiras ou entregando o patrimônio público, como defendeu Pedro Parente sugerindo que a privatização da Petrobras seria um “beijo no mercado”. Independente das vontades e dos interesses particulares de plantão, os brasileiros se levantarão em defesa da soberania, do Estado Nacional e do futuro do país.

 

05
Out17

Armínio Fraga olheiro de George Soros e governador de capitais nos paraísos das Ilhas Cayman e Curaçau

Talis Andrade

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Esse cara tem, pelo menos, duas nacionalidades.

Era um simples bancário, que o patrão, o especulador George Soros, indicou para comandar o Banco Central.

Foi assim que virou banqueiro.

 

Naturalizado norte-americano, residente em Nova Iorque, era managing director do Soros Fund Management LLC e conselheiro de investimento do Quantum Group of Funds, unidade de tráfico de moedas sediada em Curaçau (de capital aberto notadamente para serviços financeiros internacionais, refino e armazenamento de petróleo e combustível) e nas Ilhas Cayman (famoso paraíso fiscal conhecido do brasileiro em geral por Collor descansar lá depois de vencer a canseira da eleição presidencial, acompanhado da esposa e de famosa atriz da tv Globo. A Globo sempre oferece acompanhantes e amantes para os presidentes do Brasil).

 

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 George Soros para se apoderar das riquezas de um país, cria falsos protestos para derrubar governos democráticos. Foi um dos patrocinadores do impeachment que derrubou Dilma Rousseff. Soros é dono da Vale do Rio Mais Do Que Doce e o maior acionista da Petrobras. Ilustracão de Alexander Dubovsky

 

 

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 Quando não consegue derrubar um governo, Soros financia revoluções. Ilustração de Miguel Villalba Sánchez (Elchicotriste)

 

Fraga está em campanha para o Brasil vender a Amazônia, o Aquífero Guarani, o maior do mundo, e o que resta de estatais.

 

Quantas empresas públicas brasileiras esse cara, de origem humilde, já comprou assim não mais do que de repente...?

 

Para gerar e concentrar mais lucro, conclui que o salário mínimo do brasileiro é super, super valorizado, além das possibilidades de pagamento de uma multinacional. O salário mínimo do brasileiro hoje: 252 euros ou 296 dólares. 937 reais, para 8 horas diárias, 44 horas semanais e 220 horas mensais de trabalho, podendo haver até 2 horas extras por dia. 

 

Defende o trabalho escravo por ser originário de um povo escravo - coisa de vingança. Também por nojo do povo, um asco recentemente adquirido.

 

Esse Fraga esqueceu os tempos que era assalariado. Pousa de nobre, de filho do rei Salomão, herdeiro da sabedoria e do poder, e imita Soros quando pede morte para os palestinos, e trama o holocausto dos brasileiros desempregados, moradores de rua, soldados do tráfico, quilombolas e sobreviventes indígenas.

 

Homem de muitos negócios e tenebrosos. Basta exemplificar que era candidato a ministro da fazenda de Marina Silva e Aécio Neves candidatos derrotados em 2014. Como pode ser de Temer, de Alckmin, de Dória, de Ciro e outros cotados e prováveis presidentes do Brasil como um Henrique Meireles, um general Mourão, um Jobim, um Huck de outra perdida tribo.

 

Nunca defendeu os sem teto, os sem terra, os sem nada.

Nunca intercedeu pelas 500 mil prostitutas infantis do Brasil, que a política de economistas tipo Fraga, o Armínio, ajudou a criar pela pobreza, pelo êxodo rural, pelas moradias indignas, pelo inchaço e multiplicação das favelas, pelo abandono dos pais sem tempo para os filhos, por trabalhar de sol a sol, e receber um salário de fome.

Prostitutas infantis por falta de escolas.

Prostitutas infantis pela desagregação familiar nos despejos coletivos.

Prostitutas infantis que vendem o corpo por um pedaço de pão como acontecia com as polacas que construíram o Cemitério dos Judeus do Rio de Janeiro.

 

 

 

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