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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

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O CORRESPONDENTE

21
Set17

O vitorioso Temer presidente do Brasil dependente

Talis Andrade

 

Trump e temer.jpg

 

 

A Vale era a primeira empresa do mundo em mineração. Era toda nossa.


A Petrobrás era a quarta empresa petrolífera do mundo. Era. Quando o petróleo era nosso.


Só o Brasil tem nióbio. E ninguém sabe como a Inglaterra é o maior exportador de nióbio do mundo.


Os principais traficantes de nióbio são dois senadores da República Federativa do Brasil. Dois ladrões. Dois traidores da Pátria nossa roubada, saqueada, com um povo sem nada, sem teto, sem terra.


Todos os prefeitos indicados por Temer, nas eleições de 2016, hoje governam nossas capitais e principais cidades. Foram eleitos democraticamente, nas urnas eletrônicas, legitimando o golpe.


Temer tem indicados os candidatos a governador nas eleições de 2018. Para consolidação do golpe.


É isso aí. Temer também espera eleger, com os governadores, o presidente do Brasil, com o apoio dos partidos da direita, do FMI, dos banqueiros, da grande imprensa, de Trump, do FBI, da Cia, do PMDB, do PSDB, do DEM, da Fiesp, da TFP, dos pastores evangélicos, dos togados, dos policiais, das milícias, da Lava Jato, da PF que é um departamento como outro qualquer do Ministério da Justiça, do presidente da Câmara dos Deputados, do presidente do Senado, do presidente do TRE e outros poderes das trevas.

 

Será que o candidato de Temer é o próprio Temer ou um clone dele, um Jobim, um Henrique Meireles?


Publicam pesquisas e mais pesquisas com Lula na cabeça, e Temer vai ficando, vai ficando, ficando.


A mesma turma da ditadura militar de 64 deu o golpe na Dilma.


Tudo continua como dantes no quartel de Abrantes. Hoje e sempre.


Ao paredão os comunistas, os esquerdistas, os terroristas, os agitadores, os trapalhões do trânsito, os nacionalistas, os independentes.


Maduro ao paredão na Venezuela, Evo Morales na Bolívia, Cristina na Argentina, Correa no Equador.


Viva o golpe à Honduras!


Viva o golpe à moda do Paraguai!

 

nióbio 2.png

 

 

 

 

 

 

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