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O CORRESPONDENTE

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09
Ago17

Estuprador Sérgio Sirotsky atropela três pessoas em Florianópolis

Talis Andrade

Sérgio Sirotsky.jpg

Esta a única foto (a cara escondida) de Sérgio Sirotsky adulto, postada por ele no Facebook 

 


Foi identificado o motorista que atropelou três pessoas no badalado bairro de Jurerê e fugiu sem prestar socorro. Trata-se do filho de diretor da RBS (uma empresa corrupta) que estuprou uma criança em 2010. Blogueiro que denunciou o caso, na época, foi encontrado morto

 

O condutor do Audi A3 é Sérgio Orlandini Sirotsky, de 21 anos, herdeiro de família rica, voltava de uma festa em Jurerê. As informações são do delegado Otávio Cesar Lima, que coordena a investigação.


Os nomes das vítimas foram divulgados: Rafael Machado da Cruz, Edson Mendonça de Oliveira e Sérgio Teixeira da Luz.


Luz, que foi atropelado duas vezes, está em estado grave, em coma, e passará por uma série de cirurgias. Cruz também sofreu fraturas, e Mendonça, que tem ferimentos aparentemente leves, relatou que eles estavam de costas quando foram atropelados.


Apesar de ter fugido do local sem prestar socorro, e ter anunciado que se apresentaria na manhã desta terça-feira (8), Sirotsky não compareceu à delegacia e o seu advogado desmarcou a apresentação sem justificar ou anunciar nova data. Nenhum meio de comunicação publicou foto de Sérgio. 


De acordo com o delegado responsável pelo inquérito, Otávio Cesar Lima, Sirotsky deverá ser apresentado em outro momento, em data ainda a ser definida pela defesa. 


“O advogado cancelou a apresentação nesse momento e ficou de marcarmos uma nova data. Não justificou e não deu um novo prazo”, afirmou.


Ao ser questionado sobre por que não prendeu o jovem, o delegado afirmou: “A prisão está fora do meu alcance. Ultrapassou o prazo do flagrante. O que posso fazer é representar, dependendo do caso, mas cabe ao juiz decretar a prisão”.

Imagem do carro de Sirotsky após o atropelamento.

O carro depois do atropelamento 


Estupro em 2010 e blogueiro morto

 

Sérgio Orlandini Sirotsky em 2010, quanto tinha 14 anos, estuprou uma criança de 13 anos, acompanhado de amigos. O crime teve requintes de crueldade e foi abafado por toda a mídia. Veja uma apresentação do psicopata aqui

 

Os nomes dos participantes da curra:

Sérgio Orlandini Sirotsky: Filho de Sérgio Sirotsky, Diretor da RBS, afiliada da Rede Globo.

Bruno Martins: Filho do Delegado de polícia civil de SC, Mário Martins.

Arthur da Silveira Martins Teixeira: Filho de João Mauricio Martins e Teixeira e Márcia Mell, filha do ex-governador mega-corrupto de Santa Catarina – Luiz Marlene Rica.

 

Na época, o blogueiro Amilton Alexandre, conhecido como ‘Mosquito’, foi o único jornalista que tentou investigar o caso e fazer um pouco de barulho em meio ao silêncio conveniente. Mosquito foi encontrado morto.

 

O delegado (in) competente que conduziu inquérito declarou: “Eu não posso dizer que houve estupro. Houve conjunção carnal. Houve o ato. Agora, se foi consentido ou não, se foi na marra, ou não, eu não posso fazer esse comentário, porque eu não estava presente”. Eta polícia safada. 

 

Quem foi beneficiado com a morte de Mosquito?

 

mosquito-blogueiro.jpg

 Amilton Alexandre, Mosquito

 

Esse “filho” estuprador cresceu, e hoje deve ser um dos diretores da RBS.

 

Empresa jornalística – como herança – pode cair nas mãos de pessoas maléficas. A condenação do monopólio dos meios vai além do abuso econômico, ou formação do pensamento único.

 

Mosquito foi o blogueiro mais incisivo nas denúncias sobre o caso de estupro envolvendo o filho do dono da poderosa afiliada da TV Globo. Um escandaloso e horrendo crime que aconteceu na residência da ex-esposa de um delegado de polícia.

 

A quem interessava a morte de “”Mosquito”?

A pergunta é do colunista Luís Soares.

 

O jornalista Sérgio Rubim lembrou que Amilton Alexandre, titular do blog Tijoladas do Mosquito, um “fenômeno incrível em termos de mobilização de opiniões, se transformou em porta-voz da grande maioria das pessoas revoltadas com os crime cometidos por políticos, desembargadores, agentes do Ministério Público, juízes e conselheiros do Tribunal de Contas que eram incessantemente denunciados e escrachados no Tijoladas do Mosquito”.

 

Além de defini-lo como “agitador cultural”, em sua nota de pesar, o Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina lembrou que Mosquito atuou na Novembrada, durante a ditadura militar e mencionou que “a sociedade perde um defensor da democracia e da cidade e fica mais pobre com a saída de cena de um importante personagem da sua história”.

 

 

 

 

 

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