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O CORRESPONDENTE

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28
Jul17

de Anaíra Mahin

Talis Andrade

Anaíra Mahin.jpg

 

 

 

Estrela mista


Pouco um tudo,
um carinho, uma paz....
Que espelho enxerguei
quando fixamente tentávamos olhos?
Que espécie de medo construí em mim,
minha estrela?
Me jugo, e rodo, e caio
na vida espiralada.

 

O mago me encontra,
no entanto, antecipo a possibilidade minimizando-a.

 

A escolha veio tão condicionada e tanta coisa,
(que nem foi bem uma escolha)
que eu não pude experimentar o outro lado da lua.
O lado claro.

 

Uma torre guarda o touro interno.
Um touro terno
que gostaria sim de ampliar o plexo
de fluir conjunto, de confluir.

 

Sim estrela,
me turvo...
E só, me enxergo
E só me enxergo.

 

Estrela outra.
Eu outra, estrela.
Minha cabeça e a tristeza
da perda.

 

Meu peito e a prisão do subsolo
Com potencial para a sincronia,
Mas seco e nuvem.

 

O nosso amor:
Grande, muito...
Tento trabalhar para exercê-lo
Com corpo almado
Com cor,
Corado.
Para dizer sentindo
O gosto cheiro.

 

Deixando chegar o cheiro amplo no plexo sol

 

Deixando entrar o gosto
Boca poro vácuo

 

E ser
Sentindo
E ser sentido

 

E dar
...sentido
sem medo de (não) ser
mãe
fuido
secreção.

 

medo de ser,
filho.

 

Anaíra Mahim.jpg

 

 

 

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