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O CORRESPONDENTE

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01
Ago17

Constituinte venezuelana tem 41% de participação, maior que as eleições americanas de 2014

Talis Andrade

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Jornal da Venezuela

 

 

O Brasil, hoje comandado por um governo ilegítimo, sem voto e rejeitado por 95% da população, foi um dos países que se negaram a reconhecer os resultados da eleição venezuelana.

 

O Brasil vassalo segue a decisão imperialista dos Estados Unidos, que elegem seu presidente por voto indireto.

 

Maduro enfatizou “que a Venezuela tem um poderoso poder eleitoral, militar, político e do povo".

 

“Quiero agradecer a todos os jovens, aposentados, estudantes, trabalhadores, comerciantes, empresários, conselhos comunitários, movimentos sociais, classe média que deram um exemplo”, disse.

 

Manifestou que foi uma campanha eleitoral democrática, exemplar, e que deu excelentes resultados. Assim mesmo denunciou que se há calculado que 2 milhões de pessoas não conseguiram votar, impedidas pelas barricadas levantadas por grupos violentos, e pelo boicote de meios privados de comunicacão, que se negaram a  informar o processo eleitoral, ou divulgaram boatos alarmistas, e endereços errados de locais de votação. “Não vou permitir um Golpe de Estado, nem terrorismo midiático”.

 

“O Governo dos EEUU não nos dá ordens”

 

“Não vou obedecer ordens e sou antiimperialista, tomem as sanCões que lhes dá gana, soo o Presidente independente da Venezuela”, reiterou confrotando as novas e contínuas ameças do governo dos Estados Unidos.

 

“Se me sanciona porque convoco as eleições Constituyente (…); porque denuncio o ataque aos latinoamericanos do governo de Donald Trump, me sinto orgulhoso da sanção e vou seguir defendendo os direitos de todos”, reiterou Maduro.

 

"Esperamos que aqueles membros da comunidade internacional que querem rejeitar os resultados das eleições venezuelanas e aumentar a pressão econômica sobre Caracas mostrem contenção e renunciem a estes planos destrutivos que podem aguçar a polarização da sociedade venezuelana", advertiu um comunicado do Ministério de Relações Exteriores russo, chefiado por Sergei Lavrov.

 

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 Jorrnal da Venezuela

 

Escreve Miguel do Rosário: 

 

A Venezuela já tem uma nova Assembleia Constituinte, chancelada democraticamente por milhões de cidadãos.

 

Acabam de ser divulgados os resultados finais da votação da Constituinte na Venezuela. Compareceram mais de oito milhões de eleitores, o que significa que a nova Assembléia Constituinte foi chancelada por 41% dos eleitores inscritos, numa eleição onde o voto não é obrigatório.

 

Para efeito de comparação, as eleições legislativas dos Estados Unidos de 2014 tiveram participação de 36% do eleitorado, e as de 2010, de 40,9%.

 

Os americanos (e os brasileiros submissos a eles) dirão que uma eleição com 41% vale menos que uma com 36%, e após uma campanha midiática internacional violentíssima para que os venezuelanos não fossem votar?

 

Em 2015, a Mesa de Unidad Democrática (MUD), que reune todos os partidos de oposição ao governo Maduro, e que havia obtido maioria na Câmara, recebeu 7,7 milhões de votos.

 

Nas eleições presidenciais de 2013, Maduro ganhou de seu adversário, Henrique Capriles, com 7,5 milhões de votos.

 

Numa eleição boicotada pela oposição, atacada pela mídia corporativa internacional, repleta de ameaças de ataques terroristas de grupos de extrema-direita, havia expectativa, por parte da oposição, de baixíssima participação, abaixo do mínimo de 25% necessários para validar a eleição.

 

A oposição pediu ao povo para não ir votar. E tentaram impedir a votação. Houve ataques contra várias zonas eleitorais.

 

Os oito milhões de votos representam, portanto, uma vitória imensa para a revolução bolivariana.

 

A presidenta do Conselho Nacional Eleitoral, Tibisay Lucena, declarou que foram eleitos 537 membros da Assembleia Nacional Constituinte.

 

“Ganhou a paz, e quando a paz ganha, o vencedor é a Venezuela”, declarou Lucena, ao anunciar os resultados oficiais.

 

Os oito milhões de votos são maiores também que os sete milhões de votos fraudados da consulta realizada pela oposição há algumas semanas, num pleito sem nenhum registro oficial, sem observadores internacionais, sem chancela de nenhum órgão de Estado.

 

 

 

 

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