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O CORRESPONDENTE

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05
Out17

Campanha de 2018 já possui um fundo partidário de quase 2 bilhões de reais

Talis Andrade

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 Ilustração Fabiola Martelli

 

 

Nunca entendi. Quanto mais rico um marqueteiro mais disputado. Prova de que uma campanha política não é uma guerra de idéias, e sim uma corrida de quem gasta mais dinheiro.

 

Tudo começou na eleição de Collor. PC Faria festejou, em Paris, um bilhão de reais de sobras. As sobras das doações.

 

Outro jeitinho brasileiro: uma mesma agência onipresente promove vários candidatos em diferentes cidades. Pelo poder onisciente do dono cientista político, propagandista, publicitário, relações públicas, jornalista, lobista conhecido como marqueteiro. Existe casos desse gênio empresário realizar as campanhas dos dois candidatos adversários que disputam o segundo turno, via um duplo, um clone, um laranja, um hemafrodita.

 

O marqueteiro, no Brasil, a negação de que a propaganda uma ciência. Estudiosos consideram uma ciência fronteiriça.

 

Contar cédulas de dólar qualquer um sabe, principalmente de um caixa 2.

 

Fica explicado. A Câmara dos Deputados aprovou. na noite desta quarta-feira (4), o projeto de lei que cria um fundo público de financiamento de campanhas eleitorais, estimado em R$ 1,7 bilhão para as eleições de 2018. Nada mais esperado e costumeiro. Uma fortuna que terminará nos bolsos de conhecidos espertalhões.

 

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 Ilustração Giafranco Ube

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