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O CORRESPONDENTE

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13
Out17

Brasil, país proibido para menores

Talis Andrade

Matar criança.
Prender criança junto com adultos.
Prostituir crianças.
Ninguém liga.

 

O Brasil tem 500 mil prostitutas infantis, e não entra nessa contagem maldita e infame as meninas que foram estupradas em casa (o incesto no Brasil não é crime), curradas nas escolas, engravidadas pelos namorados, que "casaram" com o consentimento dos pais, ou que passaram a ter relações sexuais com os "noivos", seguindo o modelo das artistas da TV Globo.

 

Os safados do Brasil diziam que as meninas engravidavam cedo para receber bolsa família. Nos meses de março e abril deste ano de 2017 inventaram, para cobrir estupros, incestos e assassinatos, que suicídios de crianças e adolescentes eram cousas da baleia azul, uma lenda sem pé nem cabeça, que a imaginária vítima era obrigada a fazer, por mando de um curador e por um assistente como testemunha, durante cinquenta dias, cinquenta exercícios masoquistas, extremamente dolorosos, de automutilação.

 

Policiais corruptos, promotores e juízes sacanas ajudaram, com a imprensa bandida a espalhar as estórias da baleia, como acontece com o folclore do boto, ou com os sequestros praticados por "papa-figos" no tráfico de crianças para o trabalho escravo, para o mercado de sexo, para adoção internacional, para transplante de órgãos.

 

Publica Causa Operária:

Não precisa de idade mínima, basta ser pobre para ser preso

colonia-agricola-pi.jpg

 

 

Recente caso do garoto de 13 anos encontrado sob a cama de um detento no Piauí, mostra que o sistema carcerário brasileiro é um calabouço infernal, desorganizado, cuja única finalidade servir de depósito de pobres.

 

Conforme o caso ganha luz, os absurdos vão se acumulando. Já se sabe que o garoto chegou a trabalhar na carvoaria de uma colônia penal, como escravo.

 

A criança, analfabeta, usou impressão digital para “assinar” o depoimento.

 

 

 

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