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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

13
Nov17

A justiça e o trabalhador no seu devido lugar

Talis Andrade

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Ato inaugural José Cairo Junior, juiz do trabalho da Bahia, proferiu dura sentença contra um empregado no sábado (11), baseando-se na nova legislação trabalhista.

 

Não deu. O funcionário havia processado o empregador por ter sido assaltado a mão armada pouco antes de sair para a firma. Pedia R$ 50 mil, mas foi obrigado a desembolsar R$ 8.500 por litigância de má-fé e pelas custas da ação.

Folha de S. Paulo

 

 

Para você entender melhor a lei trabalhista, o ato da pedra inaugural do juiz José CAIRO Junior, a pedra jogada nos trabalhadores vigiados pela justiça do trabalho

 

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Na escravidão legal existiam os castigos corporais aprovados por Lei. A justiça nomeava e considerava o escravo uma "peça".

 

O que é legal não é tortura.
A tortura psicológica é mais eficaz que a física.

 

O que é um juiz hoje ?
Um capataz .
Um capataz das grandes e médias empresas.


Assim os tribunais do trabalho provam para as elites a necessidade de continuarem existindo.

 

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Na escravidão quem perseguia os escravos fugitivos?
Os tenentes do exército brasileiro.


Foi a revolta dos oficiais - que não queriam mais exercer esse ofício sujo - que deu força para a princesa Isabel assinar a Lei Áurea, hoje letra-morta com a reforma trabalhista de Temer.

Foi assinar e perder o trono.
Perdeu para a ditadura implantada por Deodoro, que considerado frouxo, foi substituído por outro marechal, o Floriano.
Uma ditadura militar que ficou devendo a reforma agrária para os negros sem terra.

 

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Os negros libertos foram substituídos pelos emigrantes. Camponeses e operários 'brancos' de diferentes países.
Os negros são considerados inferiores porque descendentes de escravos.
Acontece que os branquelos com nomes europeus, asiáticos, judeus e árabes, que comandam a economia, a política, a justiça, as forças armadas do Brasil são todos descendentes desses emigrantes, que retirantes das guerras, da fome, do desemprego, dos holocaustos raciais, do fanatismo religioso, da perseguição de governos ditatoriais fugiram para o Brasil para realizar o trabalho escravo, para substituir o negro escravo nos serviços humilhantes e pesados. Essa ascendência pobre, tão escrava quanto a negra africana, todos negam.

 

Se Rui Barbosa queimou os arquivos da escravidão para negro rico se passar por branco, o mesmo faz hoje as elites desse Brasil de mãe índia estuprada, de mãe negra fecundada para parir filhos para vender no mercado de escravos legalizado pela justiça do trabalho e pela justiça ppv

 

 

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